Esgota-se o tempo de cada vez que te espero na esquina mais escura de mim
Esgota-se o tempo esgota-se-me a vontade
esgota-se-me essa verdade que não sai da minha boca
E é apenas uma saudade doída gemida e louca
que se atreve a esperar ainda por ti
mesmo quando todos os silêncios já se foram
e todas as lágrimas já secaram!...
- São Reis
Esgota-se o tempo a imaginar se as tuas lágrimas secaram
Se os tempos já se foram dos teus dedos
Dos gestos que não fizeste
Das palavras que não disseste
Cola-se-me a mão ao queixo
Pendurados no olhar que se prende no que foi
Ou não foi porque não tinha de ser
Esgota-se o tempo na esquina da minha mão com o meu pensamento
Na elipse que o teu olhar
Faz sobre o tempo
Mesmo quando todos os silêncios parecem ter ido
E as lágrimas nunca existiram
ACCB
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