
Inventar a tinta que escorre da tua voz quando me falas baixinho
ou a cor da tua mão na minha
..........
Perguntei ao vento a cor da saudade
disse-me que era a mesma que a tua voz tem
Procurei no tempo a tonalidade
disse-me que estava guardada numa caixa antiga com pincéis velhos
que teria de a encontrar
talvez na próxima Lua cheia
numa noite em que o Luar iluminasse a maré baixa
e que era a mesma da tua mão na minha
Se eu fosse pintor
preparava essas tintas em godés paralelos às manhãs, às noites, aos crepúsculos, às linhas do horizonte ao fundo da memória....
Se eu fosse pintor inventava uma paleta de cores cristalinas e transparentes em mudanças de tonalidades e rios de sons quentes e púrpura,...
..... não precisava de esperar a Lua cheia na maré baixa, nem a magia da imaginação.
ACCB
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