
Tempo de passar os dedos pelo Tempo.
É tempo de passar os olhos só por mim.
Tempo…Tempo de rever o pensamento.
Tempo de me esquecer ou lembrar de ti.
Das águas claras, ou azuis, em que invento
O mar imenso, o Sol ou o infinito…enfim…
Do querer eternizar cada momento
De elipse…Sol ao pôr-se…ou outro aroma assim…
Tempo de apagar ou me perder nos medos.
Deste meu querer e não querer…Do sinto.
Guardar o som de um beijo agarrado aos dedos.
No olhar com que te prendo e não te minto.
É Tempo…de nos perdermos em segredos
Ou deixar o Tempo preso ao Infinito.
Adelina Barradas de Oliveira
Do livro “ Na Floresta não há só borboletas”
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