
E salto de imprudência em imprudência pelas pedras do caminho.
Já a tinta não escorre a poesia dos olhos.
Não há ventos que sopram do norte de Àfrica
E eu fico estática no tempo......
As palavras já não têm o sobressalto do susto do imprevisto...
Eram os meus olhos que se reflectiam nos teus mas mudos não contavam
o que não sabiam que querias ouvir
Verdes, castanhos,...profundos como tempestades de fim de Maio
que se desenham à beira do Verão
E qualquer coisa acontece no mais alto dos céus
e fica pendurada ao canto de um sorriso
Será o Verão...à beira da maré?
Uma cruz de sonho pela cortina do tempo?....
E dela é toda esta imensa agitação..
ACCB
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