Segunda-feira, 21 de Julho de 2014

Homenagem

 

 

 

 

 

 

Como tu dirias, não estarei, não tenho que estar, mas é como se estivesse.
E estarão muitos amigos teus, que te foram muito queridos e para quem serás sempre muito querido.
E de repente mesmo os conhecidos descobriram que eras um homem pela Cidadania, pelo Direito e pelo Ser, mais que pelo dever ser.
E descobriram todos que, da ponta da tua caneta, ou do teu rascunho a lápis, ou do teu teclado saía sempre o exercício da cidadania.
É por isso que nalgumas pessoas Jornalismo e Direito casam tão bem, porque ambos denunciam, apesar de só um censurar, as atrocidades que se cruzam connosco ou andam por aí.
E soubeste cumprir aquele mandamento em que dizias não acreditar :- Ama o Próximo como a ti mesmo.
E mais importante que tudo isso, deixaste o exemplo e a vontade de fazermos igual.
E é por isso que não estarei, não tenho que estar mas é como se estivesse...( ou talvez porque me vou habituando à tua forma de estar ausente que é agora a realidade).

Um Bom Dia. Se não for pedir muito que haja Sol quando disserem o teu nome.

( Faltou dizer que este pedacinho de imagem estava no Blog da Patricia 

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Quinta-feira, 9 de Janeiro de 2014

Dia de Reis 6.1.2014

 

AQUI

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Quarta-feira, 13 de Março de 2013

Habemos Papam

De forma simples pediu que rezassem por ele.

Rezar, é uma  acção que se  remete à concentração em alguém com o objectivo de algo. Uma libertação da alma para que todo o bem se  agite e actue. Rezar assim como uma espécie de oferta, um apelar a energias fantásticas mas tão serenas que nos escutam e acolhem.
Pode ser um acto de alegria misturado em lágrimas de emoção,... rezar pode ser pintar um pensamento ou escrever um poema, compor uma música , oferecer uma flor, um sorriso, um gesto...um som....uma dança...

 

Pediu que orassem por ele. O Papa hoje eleito e já alvo de comentários e tentativas de criticas. Tem um nome simples - Francisco - de um homem simples, um Jovem que amava todos os seres da forma mais simples e forte que é imaginável a um ser humano...

 

Jesuíta toma nome de Franciscano... Gosta dos clássicos , de futebol e de tango.... Nasceu em Buenos Aires....

Uma oração para o homem que foi hoje escolhido para falar ao Mundo a que ele chamou uma grande comunidade que , segundo as suas primeiras palavras deve estar sempre atento e virado ao outro.

Uma oração  como uma oferta...uma música como uma oração.

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Mi Buenos Aires querido, 
cuando yo te vuelva a ver, 
no habra mas penas ni olvido. 
El farolito de la calle en que naci 
fue el centinela de mis promesas de amor, 

bajo su inquieta lucecita yo la vi 
a mi pebeta luminosa como un sol. 
Hoy que la suerte quiere que te vuelva a ver, 
ciudad porteña de mi unico querer, 
y oigo la queja 
de un bandoneón, 
dentro del pecho pide rienda el corazón. 
Mi Buenos Aires 
tierra florida 
donde mi vida terminaré. 
Bajo tu amparo 
no hay desengaños, 
vuelan los años 
se olvida el dolor. 
En caravana 
los recuerdos pasan 
como una estela 
dulce de emoción, 
quiero que sepas 
que al evocarte 
se van las penas 
del corazon. 

Las ventanitas de mis calles de arrabal, 
donde sonrie una muchachita en flor; 
quiero de nuevo yo volver a contemplar 
aquellos ojos que acarician al mirar. 
En la cortada mas maleva una canción, 
dice su ruego de coraje y de pasion; 
una promesa 
y un suspirar 
borro una lagrima de pena aquel cantar. 

Mi Buenos Aires querido... 
cuando yo te vuelva a ver... 
no habra mas penas ni olvido...

 

escrito no papiro por ACCB às 23:13
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Domingo, 26 de Agosto de 2012

Morreu Neil Armstrong

 

 AQUI TAMBÉM :- http://expresso.sapo.pt/a-lua-esta-em-quarto-crescente=f749161

 

 

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Quarta-feira, 25 de Abril de 2012

Noticiário

 

 

Esta é a madrugada que eu esperava

O dia inicial inteiro e limpo

Onde emergimos da noite e do silêncio

E livres habitamos a substância do tempo

 

O Nome das Coisas

 

, 1977 (Parte II. 1974-75)

 

Sophia de Mello Breyner

 

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HÁ SEMPRE UM DIA

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Domingo, 15 de Abril de 2012

História

TITANIC ( clique )

 

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Domingo, 4 de Dezembro de 2011

19 de Julho de 1934 - 4 de Dezembro de 1980

Francisco de Sá Carneiro

       ( Visão de Estado )         

 http://videos.sapo.pt/nuwOKZWFjlzEnzSBBpYd

 

 

 

 

Informação da PIDE sobre:

"indivíduo que goza de integridade moral.

Faz as suas  observações ao que entende estar mal feito

 sem se subjugar a qualquer ideal que  não o dele."

 

 

  

 

Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/francisco-de-sa-carneiro--visao-de-estado=f692172#ixzz1fbqAH1WF

 

 

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Sexta-feira, 10 de Junho de 2011

10 Junho

( Dali - Caravela)

 

 

Cesse tudo o que a Musa antiga canta,
Que outro valor mais alto se alevanta

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Domingo, 13 de Março de 2011

Japão

Um dia em Hiroshima alguém tirou uma foto que correu Mundo

 

Hoje de Novo a Realidade brutal de um País corre de novo Mundo

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Terça-feira, 5 de Outubro de 2010

A Coisa Pública somos nós

 

AQUI

 

O que se pede a quem governa a coisa pública

 e, portanto a República, nestes 100 anos de vida da mesma,

é que não esqueça os  objectivos  da instauração da República há 100 anos,

 

que eram os de devolver ao país

o prestígio perdido e colocar Portugal na senda do progresso.

 

 

ACCB

 

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Sexta-feira, 18 de Junho de 2010

18 Junho de 2010 José Saramago

Uma Virgula na Vida de Saramago

 

Ré em causa própria - Uma  vírgula na vida de Saramago

 

 

 

Há homens cujas vidas não têm ponto final.

 

Homens que trazem nas mãos uma fonte que transborda em letras, palavras, ideias, que nascem na alma.

 

Homens livres e libertos, sós e sempre acompanhados pela inquietante certeza de que, nada é certo, e tudo tem de  mudar.

 

São homens que transportam mundos e os vão desenhando no papel,  e com eles fazem livros.

 

Há homens que existem há uma eternidade e viverão até à  eternidade.  Que sabem o sabor do vento ou o som do arco iris.

 

Há homens que não se dão, não se dobram, não se ajustam, simplesmente são.

 

Não têm lutas porque a sua vida é  toda uma luta de espantos e barreiras.

 

Fazem da caneta a arma ao ponto certo e, vão rasgando a vontade  em rumos individuais e incertos.

 

Há homens que escrevem sem vírgulas e sem pontos finais, não fazem parágrafos nem colocam travessões...escrevem...

 

 

Vivem e morrem como escrevem,...sem finais,...sem parágrafos,...sem travessões. 

 

 

ACCB

 

 ( Dia da morte de José Saramago - escritor Português- Prémio Nobel da Literatura)

 

  

  

 

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No coração da mina mais secreta,
No interior do fruto mais distante,
Na vibração da nota mais discreta,
No búzio mais convolto e ressoante,

Na camada mais densa da pintura,
Na veia que no corpo mais nos sonde,
Na palavra que diga mais brandura,
Na raiz que mais desce, mais esconde,

No silêncio mais fundo desta pausa,
Em que a vida se fez perenidade,
Procuro a tua mão, decifro a causa
De querer e não crer, final, intimidade.

José Saramago, in "Os Poemas Possíveis

escrito no papiro por ACCB às 23:59
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Domingo, 10 de Janeiro de 2010

E se Ágora , fosse o Agora?

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Presa entre paredes, sem poder sair da lendária livraria da cidade, a brilhante astrónoma, Hypatia, com a ajuda dos seus discípulos, faz tudo para salvar os documentos da sabedoria do Antigo Mundo…

Entre os discípulos, encontram-se dois homens que disputam o seu coração: o inteligente e privilegiado Orestes e o jovem Davus, escravo de Hypatia, dividido entre o amor secreto que nutre por ela e a liberdade que poderá ter ao juntar-se à imparável vaga de Cristãos.

Mas Àgora, o filme, não é só isto.

 

É um confronto com a nossa própria realidade.

Não mudámos nada.

Continuamos a fazer tudo, de novo e de novo e de novo. Sempre o mesmo.

Uma mulher muito para além da sua época e do pensamento dos seus concidadãos.

Uma mulher para quem a descoberta contínua da verdade é um desafio, uma vertigem, um fim, um vício.

Uma mulher equilibrada, que sabe o que quer e o que procura. Serena, sabedora, inteira.

 

Uma época não muito diferente da nossa em termos de poder.

Que nos mostra que o nosso desejo de liberdade não é sincero.

Que a nossa independência não é estruturada nem verdadeira.

Que quem faz a lei é quem é o mais forte ou pelo menos o que ganha a batalha.

 

Da qualidade do Homem depende a qualidade das suas emoções. O homem que cria e pode inovar, deve ter a força suficiente para ser diferente. A qualidade deve ser  abrangente, deve ter  sede do saber e da cultura para que possa ser livre.

E nem naquela época, nem hoje , o homem tem a coragem da diferença ou, a vontade do conhecimento.

A Ágora do séc IV, a praça principal na cultura grega na altura, pode ser transposta para agora, para os nossos dias, para os nossos Parlamentos, para Bruxelas, para Copenhaga...

 

E, podemos perguntar-nos quantas fés seguimos e porque as seguimos; o quanto acreditamos em nós; perguntar-nos pela firmeza das nossas convicções e pela vontade da nossa procura pela verdade; perguntarmo-nos  pela nossa filosofia de vida em busca da igualdade e, do porquê de estarmos aqui.

 

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Um filme que  se deve ver, pela imagem, pela época e pelo desafio constante.

 

ACCB

 

E já agora, da importância das mulheres na sociedade.

 

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Sexta-feira, 4 de Dezembro de 2009

Homens que fazem parte da História

Francisco Manuel Lumbrales de Sá Carneiro, GC TE, GC C, GC L, (Porto, 19 de Julho de 1934Camarate, 4 de Dezembro de 1980) foi um político português, fundador e líder do Partido Popular Democrático / Partido Social Democrata, e ainda Primeiro-Ministro de Portugal, durante cerca de onze meses, no ano de 1980.

 

MAIS AQUI

 

 

 

Francisco Sá Carneiro faleceu na noite de 4 de Dezembro de 1980, em circunstâncias trágicas e nunca completamente esclarecidas, quando o avião no qual seguia se despenhou em Camarate, pouco depois da descolagem do aeroporto de Lisboa, quando se dirigia ao Porto para participar num comício de apoio ao candidato presidencial da coligação, o General António Soares Carneiro. Juntamente com ele faleceu o Ministro da Defesa, o democrata-cristão Adelino Amaro da Costa, bem como a sua companheira Snu Abecassis, para além de assessores, piloto e co-piloto.

 

Nesse mesmo dia, Sá Carneiro gravara uma mensagem de tempo de antena onde exortava ao voto no candidato apoiado pela AD, ameaçando mesmo demitir-se caso Soares Carneiro perdesse as eleições (o que viria de facto a suceder três dias mais tarde, sendo assim o General Eanes reeleito para o seu segundo mandato presidencial). Dada a sua trágica morte, pode-se muito bem especular sobre se teria ou não demitido em função dos acontecimentos subsequentes…

 

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Segunda-feira, 9 de Novembro de 2009

Berlim

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FOTOGALERIA

 

 

"Na manhã bem cedo do dia 13 de agosto de 1961, a população de Berlim, próxima à linha que separava a cidade em duas partes, foi despertada por barulhos estranhos, exagerados. Ao abrirem suas janelas, depararam-se com um inusitado movimento nas ruas a sua frente. Vários Vopos, os milicianos da RDA (República Democrática da Alemanha), a Alemanha comunista, com seus uniformes verde-ruço, acompanhados por patrulhas armadas, estendiam de um poste a outro um interminável arame farpado que alongou-se, nos meses seguintes, por 37 quilômetros adentro da zona residencial da cidade.

Enquanto isso, atrás deles, trabalhadores desembarcavam dos caminhões descarregando tijolos, blocos de concreto e sacos de cimento. Ao tempo em que algum deles feriam o duro solo com picaretas e britadeiras, outros começavam a preparar a argamassa. Assim, do nada, começou a brotar um muro, o pavoroso Mauer, como o chamavam os alemães."

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MAIS AQUI

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Segunda-feira, 14 de Setembro de 2009

Um pouco de história

SABEM QUEM FOI ARISTIDES DE SOUSA MENDES?

 

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Segunda-feira, 7 de Setembro de 2009

História de Portugal

VIRIATO AQUI HOJE

 

O Peito Ilustre Lusitano...............

 

Enquanto ele comandava ele foi mais amado

do que alguma vez alguém foi antes dele.
 

~ Diodoro da Sicília

 

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Quarta-feira, 17 de Junho de 2009

A história e a estória ali à mão....

 

TITANIC no ROSSIO (clique)

 

 

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Terça-feira, 19 de Maio de 2009

Muito mais que Moda!!

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Domingo, 26 de Abril de 2009

Nuno Álvares Pereira - de Infantaria

 

 

—"Eu só com meus vassalos, e com esta
(E dizendo isto arranca meia espada)
Defenderei da força dura e infesta
A terra nunca de outrem sojugada. 
Em virtude do Rei, da pátria mesta,
Da lealdade já por vós negada,
Vencerei (não só estes adversários)
Mas quantos a meu Rei forem contrários."—

 

Lusíadas - Canto IV

Canonizado  Santo - a 26.Abril de 2009

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Terça-feira, 20 de Janeiro de 2009

E Obama tomou posse

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Domingo, 3 de Agosto de 2008

Forte de S. Bruno

 

O Forte de São Bruno de Caxias localiza-se na confluência da ribeira de Barcarena com o rio Tejo, na altura da vila de Oeiras, freguesia de Caxias, Concelho de Oeiras, Distrito de Lisboa, em Portugal.

Trata-se de um pequeno forte de marinha destinado a reforçar a defesa da margem direita da barra do Tejo, coadjuvando a defesa proporcionada pelo Forte de São Julião da Barra.

Foi erguido após a Restauração da independência portuguesa, por determinação de D. João IV (1640-1656), a partir de 1647, sob a supervisão de D. António Luís de Meneses (1596-1675), 3° conde de Cantanhede, na qualidade de Governador das Armas da Praça de Cascais. Fazia parte da 1ª linha de fortificações marítimas e fluviais, erguidas à época entre o Cabo da Roca e a Torre de Belém, para defesa da cidade de Lisboa. Cruzava fogos com o Forte de Nossa Senhora do Vale (a Leste, à esquerda) e Forte de Nossa Senhora de Porto Salvo (a Oeste, à direita).

Ao se iniciar o século XVIII, o conde D. Rodrigo da Silveira foi nomeado seu governador (1701), mas já em 1735, padecendo de assoreamento, se encontrava desativado e a sua artilharia inutilizada. Anos mais tarde, em 1751, se encontrava restaurado, mas, mesmo artilhado, em 1777 se encontrava desguarnecido, habitado por uma família de civis. Ao se encerrar o século, foi nomeado como seu governador Manoel António da Cunha (1800), encontrando-se guarnecido em 1802.

No século XIX, com a perda da sua função defensiva diante da evolução dos meios bélicos, foi desartilhado, e utilizado em outras funções: em 1815 encontrava-se novamente invadido pelas areias com a sua tenalha direita derrubada, faltando portas e janelas; entre 1831-1832, tendo o Infante D. Francisco construído um palacete fronteiro ao forte, passou a servir-se do monumento como alvo para exercícios de tiro; foi arrendado por nove anos ao bacharel João Cardoso Ferraz de Miranda (1878); em 1895 a Administração-geral das Alfândegas solicitou a cessão do imóvel para nele instalar um posto fiscal.

No início do século XX, após obras de adaptação, foi finalmente cedido à Guarda Fiscal, que o ocupou até 1946, quando ali se instalou a Mocidade Portuguesa. Data deste período a primeira intervenção de conservação e restauro promovida pela Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN, 1952-1958).

Durante um longo período foi usado pelo regime ditatorial de António de Oliveira Salazar com prisão política, tal como o Forte de Peniche. Após a Revolução dos Cravos, as suas instalações foram entregues ao Fundo de Apoio às Organizações Juvenis para serem utilizadas como colónia de férias (1976). No ano seguinte, passou para a Associação Portuguesa de Pousadas da Juventude.

Encontra-se classificado como Imóvel de Interesse Público através do Decreto nº 95, de 12 de Setembro de 1978. Recuperado pela DGEMN (1982 e 1984-1986), desde 22 de Outubro de 1984 encontra-se cedido ao Corpo de Voluntários Salvadores Náuticos, que lhe ocupa as instalações até hoje, mantendo-as bem conservadas. Recentemente, em 1997, a DGEMN e a Câmara Municipal de Oeiras procederam-lhe novas obras de recuperação e de reabilitação

 

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Quarta-feira, 9 de Julho de 2008

Lugares na história

O Hotel Lawrence é um hotel de Sintra mencionado no romanceOs Maias de Eça de Queirós.

"Defronte do Hotel Lawrence, Carlos retardou o passo, mostrou-o ao Cruges. - Tem o ar mais simpático - disse o maestro - Mas valeu muito a pena ir para o Nunes, só para ver aquele cena... "

Na obra literária, foi aqui que ocorreu o jantar para que Carlos da Maia convidou o seu amigo Ega, aquando da visita a Sintra como pretexto para tentar encontrar-se com Maria Eduarda.


"De volta ao casario, passaram pelo Lawrence e foram ver, por breves instantes, o Paço e o seu Palácio, após o que voltaram ao e se sentaram a tomar um cognac. Carlos já informado sobre o destino de Maria Eduarda, que havia deixado Sintra na véspera, depressa quis voltar para Lisboa. Resolveram jantar no Lawrence, para evitarem o amigo Eusebiozinho e sua trupe. No entanto, como tiveram de ir ao Nunes para pagar a conta, lá acabaram por encontrar o amigo de quem depressa se despediram. De volta ao Lawrence, onde Alencar os esperava para o jantar especial de bacalhau, preparado pelo próprio, mercê de especial favor da cozinheira, iniciaram-se no belo repasto, que só acabou já passava das oito. Depois do jantar lá se sentaram no break de volta a Lisboa, dando boleia a Alencar que também estava de partida. Já há muito haviam passado São Pedro, quando Cruges se lembrou de repente da promessa que havia feita a sua mãe, e agora ficava por cumprir: esquecera-se das queijadas! "

-

OS MAIAS

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Sábado, 10 de Maio de 2008

Restos da Rainha do Sabá

Encontrados restos do palácio da rainha de Sabá

Arqueólogos alemães encontraram os restos do palácio da lendária rainha de Sabá na localidade de Axum, na Etiópia, contribuindo assim para desvendar um dos maiores mistérios da humanidade, anunciou hoje a Universidade de Hamburgo .
E a Arca da Aliança?
-
(Hummm concorrência??!!)
Dizem que o Rei Salomão se apaixonou por ela....
Não faz mal eu tive um Imperador e um General e Politico Romano...-
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Segunda-feira, 28 de Abril de 2008

DE ABRIL FICOU-ME PARA SEMPRE ESTE POEMA E A MÚSICA



Há 34 anos foi assim

A PRIMEIRA SENHA


E depois do adeus
Quis saber quem sou
O que faço aqui
Quem me abandonou
De quem me esqueci
Perguntei por mim
Quis saber de nós
Mas o mar
Não me traz
Tua voz.

Em silêncio, amor
Em tristeza enfim
Eu te sinto, em flor
Eu te sofro, em mim
Eu te lembro, assim
Partir é morrer
Como amar
É ganhar
E perder

Tu vieste em flor
Eu te desfolhei
Tu te deste em amor
Eu nada te dei
Em teu corpo, amor
Eu adormeci
Morri nele
E ao morrer
Renasci

E depois do amor
E depois de nós
O dizer adeus
O ficarmos sós
Teu lugar a mais
Tua ausência em mim
Tua paz
Que perdi
Minha dor que aprendi
De novo vieste em flor
Te desfolhei...

E depois do amor
E depois de nós
O adeus
O ficarmos sós

(Emissores Associados de Lisboa)
25 Abril de 1974

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Sexta-feira, 1 de Fevereiro de 2008

Regicídio

CENTENÁRIO DO REGICÍDIO
 

Xeque ao Rei.




-
Eu não sou Monarquica. Serei Republicana? Ou terei alma de anarquista? Não sei. Sei que o comentário que o Francisco deixou aqui neste Post, me levou a escrever no mesmo, apenas hoje, passados já alguns dias sobre o assunto.

Amante de história como sou e, gostando, embora não se note, de dedicar algum do pouco tempo livre que ainda vou tendo a assuntos históricos, terei de fazer aqui um comentário meu, sobre um assunto que é de todos nós.

Dom Carlos I, de seu nome completo Carlos Fernando Luís Maria Victor Miguel Rafael Gabriel Gonzaga Xavier Francisco de Assis José Simão de Bragança Sabóia Bourbon e Saxe-Coburgo-Gota, de cognome o Diplomata ou o Martirizado, ou o oceanógrafo ( também ele devia escrever : "tu és o Mar" - sorrisos, ) subiu ao trono por morte de seu pai D Luís em 18 de Outubro de 1889, altura em que Portugal sofria uma grave crise económica.

Em 1890 acabou por ceder ao Ultimatum de Inglaterra , quando esta qual pantera, pretendia a todo o custo conseguir o seu Mapa cor-de-rosa e exigiu a Portugal a desocupação de alguns territórios em Angola e Moçambique.

D. Carlos cede e a decisão não é bem acolhida. Mas, estaria Portugal, na altura à beira da banca rota, preparado para confrontos militares com uma potência económica e militar?

A figura cinistra que é para mim o 1º ministro João Franco , terá levado o Rei a, para travar as manifestações anarquicas e republicanas, assinar um decreto absolutamente desastroso.

João Franco reunia inimigos de ambos os lados, ou seja, quer do lado dos monárquicos quer dos republicanos não era este 1º ministro visto com bons olhos. E D. Carlos, perdido pelas poesias e pelas pinturas, mergulhado no amor pelo Mar, veio a assinar um decreto determinando o degredo sumário para as colónias asiáticas dos revoltosos republicanos. O rei assinou o decreto ainda em Vila Viçosa (consta que terá então dito: "Acabei de assinar a minha sentença de morte").

Sem dúvida.

De forma demonstrativa da desordem interna, quando a carruagem real atravessa o Terreiro do Paço o Rei é tristemente assassinado. De nada lhe valeu a diplomacia. Rodeado de politicos mal amanhados e mal quistos, ambiciosos e frustrados, que lhe tinham exigido a dissolução do Parlamento, D. Carlos é vitima da sua desatenção para com a situação politica do Reino.

Uma prova de que um Rei não pode ser apenas um poeta nem um pintor, um diplomata ou um homem muito culto. Um Rei deve ser, acima de tudo um homem atento, que saiba ouvir e mais que ouvir, escutar, que receba, que esteja presente, que se interesse e que não deixe por mãos alheias a regência do reino.

Ou, como diria Maquiavel, o Principe tem de ser Raposa.

O mesmo se exige ao Presidente da República.

-ACCB

 

escrito no papiro por ACCB às 23:53
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Quinta-feira, 13 de Dezembro de 2007

...

E PORTUGAL DEU NOVOS MUNDOS AO MUNDO
Tratado de Lisboa -12:50 - Jerónimos
O novo Tratado sobre o funcionamento da União Europeia (UE)
foi hoje assinado ao fim da manhã
pelos líderes dos 27 países membros,
nos Claustros do Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa.


Tratado de Lisboa é uma designação comum a vários tratados assinados na capital portuguesa:
Tratado de Lisboa (1668) - tratado assinado entre o príncipe regente D. Pedro em nome do incapacitado D. Afonso VI e de Mariana de Áustria em nome de Carlos II de Espanha, menor, que punha termo à guerra da Restauração (1640-1668);

Tratado de Lisboa (1859) - que procedeu à delimitação de fronteiras entre o Timor Neerlandês e o Timor Português;

Tratado de Lisboa (1864) ou Tratado dos Limites - tratado assinado entre os dois Estados peninsulares para definição das fronteiras comuns; devido à questão oliventina, definiu-se apenas o traçado da fronteira desde a foz do rio Minho até à confluência da ribeira do Caia com o rio Guadiana.

Tratado de Lisboa (1958); - ( este do ano em que eu nasci!)

Tratado de Lisboa (1980) - entre o Reino Unido e a Espanha pela posse de Gibraltar;
Tratado de Lisboa (2000) - relativo à Estratégia de Lisboa;


Tratado de Lisboa (2007) ou Tratado de reforma institucional da União Europeia - tratado a assinar pelos membros da União Europeia em Dezembro de 2007, na cimeira de Lisboa, sobre a reforma institucional da organização.
Obtido em "
http://pt.wikipedia.org/wiki/Tratado_de_Lisboa"

____________________________________

3 - IGREJA DE S.MARIA DE BELÉM
Em 1496 o rei D. Manuel I pede autorização à Santa Sé para mandar erigir um grande mosteiro à entrada de Lisboa, perto das margens do rio Tejo.
Foram várias as causas que moveram el-rei a tal decisão. A primeira foi, sem dúvida, a grande devoção que tinha a Nossa Senhora, a quem dedicou o edíficio.
Outra causa terá sido por neste local fundearem as caravelas e naus que vinham de todas as partes do mundo.

Ao mesmo tempo, este lugar era determinante para a afirmação política do monarca e do seu poder expansionista.

A terceira causa prende-se com a intenção do rei D. Manuel criar um panteão para o ramo dinástico por ele iniciado, (Avis-Beja).

Em 1501 começaram os trabalhos e aproximadamente um século depois, as obras estavam concluídas.

O Mosteiro dos Jerónimos é habitualmente apontado como a "jóia" da arquitectura manuelina, que integra elementos arquitectónicos do gótico final e do renascimento, associando-lhe uma simbologia régia, cristológica e naturalista, que a torna única e digna de admiração.

Para ocupar o Mosteiro, D. Manuel I escolheu os monges da Ordem de S. Jerónimo , que teriam como funções, entre outras, rezar pela alma do rei e prestar assistência espiritual aos mareantes e navegadores que da praia do Restelo partiam à descoberta de outros mundos.

Pelo facto de estar inevitavelmente ligado à epopeia dos Descobrimentos e, inclusivamente, pela sua localização geográfica, na capital, à entrada do porto, é desde cedo interiorizado como um dos símbolos da nação.

Foi declarado Monumento Nacional em 1907 e em 1984 a UNESCO classificou-o como "Património Cultural de toda a Humanidade".
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escrito no papiro por ACCB às 23:40
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