Quarta-feira, 29 de Fevereiro de 2012

Porque sou fã de reticências em poesia

 
 
RETICÊNCIAS

  Os poemas que te faço
  estavam escritos !
  eu
  lavro         
  apenas
  na brancura do papel
  a frase solta
  a palavra dolorida
  eles          
como o éter
...  afloram-me por momentos
  na memória
  os olhos
  as bocas
  a pele
  e os dedos enlaçados
  e ficam assim
  por acabar
  à espera das mãos
  dos lábios
  dos olhos
  à espera que os corpos
  de novo se encontrem
  e lhes acrescentem
  uma linha
  reticências
  um ponto de exclamação
  talvez
  quem sabe
  a imperfeição
                         das coisas acabadas
 
José Brás
escrito no papiro por ACCB às 10:43
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musica da semana

escrito no papiro por ACCB às 01:15
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Terça-feira, 28 de Fevereiro de 2012

Quando nasce um amor

 

 

 

escrito no papiro por ACCB às 01:13
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Segunda-feira, 27 de Fevereiro de 2012

É Lisboa pela manhã

Este descer a rua
ao fundo o rio sentado na praça
Os
barcos balançando no cais
transeuntes alucinados de pressa
não olham,
não sentem

E o sol tilinta nas vidraças a custo
Esta luz de água e
sabor a pintura branca

este degrau com som de pressa e regresso
nada
mais quero reflectido na montra
agora que de costas para as gaivotas 

me sento  observando a R. Augusta
num teatro de  personagens
únicas
 
ACCB
escrito no papiro por ACCB às 07:00
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Mimos que me mandam........

escrito no papiro por ACCB às 01:04
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Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2012

Óleo sem tela



Óleo sem tela - In mie piele - Isabel Almeida
 
 
 
 
Viu o vestido...sim foi primeiro o vestido. Elegante,...sózinho.... em pernas esguias e saltos altos que trauteavam a calçada. Era noite...uma daquelas noites que caem no início da primavera pelos lados do rio, em que as folhas verdes já despontam na ponta dos ramos.

O decote das costas em V e os cabelos sem rosto avançavam dentro do vestido, ponto vermelho pela escadaria acima até ao fundo da rua.

Meias sem cor e pernas sem meias.... saltos sonoros e braços nus...casaco no... braço e mala no ombro...
Apressou o passo,... ainda havia reflexos de verdes pelo pôr do sol...como se pinceladas de ouro caíssem nas folhas...

Era o rosto, o rosto do vestido que precisava ver... A memória teimava em sussurrrar-lhe que só o podia conhecer... que o passo compassado era o do vestido de há anos atrás, naquela noite em que nunca mais a vira...

O passo era solto... devia fazer aqueles degraus todos os dias... A ele, o coração batia-lhe descompassado no peito... e o vestido fugia-lhe ligeiro... verde acima....

Apoiou-se no tronco da árvora que havia séculos ali observava as escadas, as gentes, o trautear dos saltos altos , as pernas sem meias e os vestidos de decotes vermelhos....

Quando olhou o cimo... ela desaparecera... e levara o rosto do vestido com ela...
Mas o coração, já em golfadas  pela garganta, dizia-lhe que era o mesmo daquela noite em que nunca mais a vira...uma noite em que tinha dela apenas o lado lunar reflectido no rio.


ACCB
escrito no papiro por ACCB às 12:01
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Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2012

José Afonso - 23 de Fevereiro de 1987.

escrito no papiro por ACCB às 01:03
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Quarta-feira, 22 de Fevereiro de 2012

Oi ! Presta atenção!

escrito no papiro por ACCB às 08:08
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Quinta-feira, 16 de Fevereiro de 2012

Bom resto de semana

tags:
escrito no papiro por ACCB às 02:13
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Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2012

Carta de Amor

 

Eu sabia que seria apenas depois de te teres ido embora que iria perceber a completa extensão da minha felicidade e, alas! o grau da minha perda também. Ainda não a consegui ultrapassar, e se não tivesse à minha frente aquela caixinha pequena com a tua doce fotografia, pensaria que tudo não teria passado de um sonho do qual não quereria acordar. Contudo os meus amigos dizem que é verdade, e eu próprio consigo-me lembrar de detalhes ainda mais charmosos, ainda mais misteriosamente encantadores do que qualquer fantasia sonhadora poderia criar.

Tem que ser verdade. Martha é minha, a rapariga doce da qual todos falam com admiração, que apesar de toda a minha resistência cativou o meu coração logo no primeiro encontro, a rapariga que eu receava cortejar e que veio para mim com elevada confiança, que fortaleceu a minha confiança em mim próprio e me deu esperanças e energia para trabalhar, na altura que eu mais precisava.

Quando tu voltares, querida rapariga, já terei vencido a timidez e estranheza que até agora me inibiu perante a tua presença. Iremos sentar-nos de novo sozinhos naquele pequeno quarto agradável, vais-te sentar naquela poltrona castanha , eu estarei a teus pés no banquinho redondo, e falaremos do tempo em que não existirá diferença entre noite e dia, onde não existirão intrusos nem despedidas, nem preocupações que nos separem.

A tua amorosa fotografia. No início, quando eu tinha o original à minha frente não pensei nada sobre a mesma; mas agora, quanto mais olho para ela mais esta se assemelha ao objecto amado; espero que o rosto pálido se transforme na cor das nossas rosas, e que os braços delicados se desprendam da superfície e prendam a minha mão; mas a imagem preciosa não se move, parece apenas dizer: «Paciência! Paciência” Eu sou apenas um símbolo, uma sombra no papel; a tua amada irá voltar, e depois podes negligenciar-me de novo».

Eu gostaria imenso de colocar esta fotografia entre os deuses da minha casa que pairam acima da minha secretária, mas embora eu possa mostrar os rostos severos dos homens que reverencio, quero esconder a face delicada da minha amada só para mim. Vai continuar na tua pequena caixinha e eu não me atrevo a confessar a quantidade de vezes, nestas últimas vinte e quatro horas, que tranquei a minha porta para poder tirar a fotografia da caixa e refrescar a minha memória.

Carta de Sigmund Freud a Martha Bernays, 19 de Junho 1882 (excerto)

 

 

 

 

 

 

 

escrito no papiro por ACCB às 12:00
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Segunda-feira, 13 de Fevereiro de 2012

Tenho uma Grande Constipação

 

 

Tenho uma Grande Constipação

 

E toda a gente sabe como as grandes constipações
Alteram todo o sistema do universo,
Zangam-nos contra a vida,
E fazem espirrar até à metafísica.
Tenho o dia perdido cheio de me assoar.
Dói-me a cabeça indistintamente.
Triste condição para um poeta menor!
Hoje sou verdadeiramente um poeta menor.
O que fui outrora foi um desejo; partiu-se.

Adeus para sempre, rainha das fadas!
As tuas asas eram de sol, e eu cá vou andando.
Não estarei bem se não me deitar na cama.
Nunca estive bem senão deitando-me no universo.

Excusez un peu... Que grande constipação física!
Preciso de verdade e da aspirina.

Álvaro de Campos, in "Poemas"
Heterónimo de Fernando Pessoa

 

 

escrito no papiro por ACCB às 12:00
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Todos iguais............todos diferentes

 

 

A imagem de uma mulher de burca a segurar um ferido, captada pelo fotógrafo espanhol, foi a vencedora da edição 2011 do World Press Photo.

 

A fotografia, escolhida pelo júri pela imensa expressividade que contém, ficou também em primeiro lugar na categoria “People in the news”, o que se traduziu num prémio de 13 mil dólares para Samuel Aranda.

 

Na altura, o fotógrafo estava em serviço para o jornal New York Times e conta, que, quando chegou a casa, percebeu a dimensão da imagem.

 

“Quando olhei, em casa, para a fotografia no ecrã pensei: a mulher não está apenas a chorar. Foi mais do que isso. Tu consegues sentir que aquela mulher é realmente forte.”



Os protagonistas da imagem vencedora da edição deste ano do  World Press Photo já têm nome. Fatima Al-Qaws é a mulher velada que abraça o  filho, Zayed Al-Qawas, de 18 anos, ferido durante uma manifestação contra o  regime iemenita.

O "Yemen Times" chegou à fala com Fatima, que recorda esse dia,  15 de outubro de 2011. "Tudo aconteceu após um ataque contra os manifestantes,  na Rua Al-Zubairy", uma  espécie de "linha da frente" no confronto entre os  manifestantes  antirregime e as forças de segurança do (então)  Presidente Ali  Abdullah Saleh.

"Fui para o hospital de campanha e não encontrei o meu filho  entre os mortos ou feridos. Continuei a procurar no local e vi meu filho deitado  no chão, sufocado com gás lacrimogéneo.
Então, abracei-o.
E ele [o jornalista  Samuel Aranda] deve ter tirado a foto naquele momento."



Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/conheca-os-nomes-da-pieta-iemenita=f704310#ixzz1mNgZ6qNq

 

escrito no papiro por ACCB às 10:52
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Domingo, 12 de Fevereiro de 2012

hoje? Aos 48 anos!?

escrito no papiro por ACCB às 01:37
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Sábado, 11 de Fevereiro de 2012

Lua............luar ...lua cheia....

escrito no papiro por ACCB às 21:40
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Quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2012

apenas uma lembrança...

 
Por aqui como aí ficaram horas à solta.
Pelo meio das razões sobrou um tempo
que não tem onde dormir, que não tem lugar.
Se as casas fossem paredes ninguém lá morava,
as casas não são feitas de paredes.
... Há quadros pendurados em nada e não caem,
ninguém dá conta, são tempo e sorrisos.
Os dias bons são todos vontade, são querer muito
porque não há mais nada, só sonho.
Há vidas tortas e nem tudo o que se mete nelas
fica onde nos possa servir. Há vidas muito tortas.
As minhas melhores horas são tuas,
tenho-as  espalhadas por todo o lado.
Lembro-me por exemplo... mas tu também te lembras,
foi um dia feliz que apagou tristezas e fazia muito calor.
Queria agora o teu corpo e chamá-lo meu.
Trata bem do corpo que foi nosso, como do resto.
Se puderes pendura-nos as horas num sítio bonito,
elas precisam de sol, foi sempre assim.
Desculpa-me mas vou agora dormir contigo,
não é maldade, só sonho e um cheiro que ainda sinto.
Amanhã ou depois será como tu queres, mas hoje não,
hoje tu não te foste embora e eu ainda me sei fazer amar.
Assim que te perdi procurei raivas que me cegassem,
uma cegueira boa, de olhos que não vêem.
Não sou capaz de ódio, fico aqui a brincar com as horas
e choro e rio como se amanhã fosse outro dia.
Vou agora despir-me e chegar-me a ti,
não faças caso, sou apenas uma lembrança.

Nuno Camarneiro
escrito no papiro por ACCB às 08:30
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Mimos que me mandam........

escrito no papiro por ACCB às 01:31
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Terça-feira, 7 de Fevereiro de 2012

Retalhos de Vida

 
Há sempre uma Belmirinha prestável e solícita nessas terras de interior.
Deixando ficar o nome Belmirinha que daquela vez (ainda hoje não sei como se chamava), na comarca onde cheguei e fui (ainda por cima!)  a 1ª mulher juiz, ela chegou...muito entusiasmada ao balcão onde chegámos fresquinhos de Lisboa,
 eu e o meu marido.
 Até os olhos lhe luziam,.. que queríamos?
Em que nos podia ajudar?

Umas fichas, uns interruptores, uns fios.. etc. etc... que
para acender a luz no 1º andar tinha de vir ao rés do chão.
Escusado será dizer que vice versa também se verificava.
 A Belmirinha lá do sítio lá arranjou tudo com afã e, chegada ao final da "consulta", voltou-se  com os olhos a brilhar e
perguntou:
_ O Sr Dr. é o novo juiz cá da terra, não é?!
O meu marido metendo o troco do pagamento dos fios, fichas e interruptores na carteira, respondeu-lhe sem lhe retribuir a alegria , o brilho e o afã...
_ Não, não.É a minha mulher.
A Belmirinha murchou..., esvaiu-se....desistiu de viver ali naquela hora em que lhe foi negado um Juiz tão à sua medida como aquele, e jurou nunca mais falar à mulher do presumível Juiz .
No entretanto de tanta desgraça profunda e sentida soltou um esvaído:
- Ahhhhhhhhhhhhh................... -e logo ali lhe morreram os sonhos e as
novelas que na altura ainda não passavam na TV.
 
ACCB

 

escrito no papiro por ACCB às 21:31
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musica de sexta

escrito no papiro por ACCB às 00:29
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Segunda-feira, 6 de Fevereiro de 2012

Tolerancia Zero - Mutilação Genital Feminina

 

"A Mutilação Genital Feminina (sigla MGF), termo que  descreve esse acto com maior exactidão, é vulgarmente conhecida por excisão  feminina ou Circuncisão Feminina. É uma pratica realizada em vários países  principalmente da Àfrica e da Ásia, que consiste na amputação do clítoris da  mulher de modo a que esta não possa sentir prazer durante o acto sexual."

Esta prática está prevista na lei portuguesa e é punida com  pena de 2 a 10 anos.

 

 

 

Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/mutilacao-genital-feminina=f703042#ixzz1lcyY9yYk

escrito no papiro por ACCB às 18:27
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Domingo, 5 de Fevereiro de 2012

Carta

 

Meu querido amor

 

 

Não é o teu ar de miúdo vestido de homem  engravatado 
de deveres e debruçado sobre a perfeição; não é esse teu olhar triste de
poeta, nem essas tuas mãos nervosas ou tímidas... Não meu querido amor, não é
isso. Nem sequer as palavras que juntas e desvendam nada, que escreves e falam
tudo mas nada explicam... Não meu amor, nem sequer é a  birra nos teus olhos, ou a dor na tua voz...

Sou eu,... eu que teço fantasias e te sonho, te construo, te
invento e te faço existir..

Sou eu, por entre notas soltas por trompetes de músicas antigas e versos de
canções sempre ouvidas que permanecerão em tantos passos de dança que nunca
dançámos nem dançaremos...porque não sabes dançar,... dizes tu... como se fosse
dançar o que eu quero contigo...

Não é o som do mar sempre atento ao que nos vai no silêncio
nem a espera da areia na praia, sempre suportando passos lentos de esperança de
que um dia... um dia passearemos de mãos dadas, descalços e esquecidos das
horas, mesmo na beira da maré que vai e vem ... e vai e vem... e vai e vem...
esperando que fiquemos.

Não fora a barreira entre a realidade e o sonho e eu
passaria  a invisível diferença entre o
estar e o ser...

Mas fico-me deste lado, desenhando-te a carvão... como um
esboço que se tornará perfeito... quem sabe uma obra prima...  quem sabe um livro publicado, quem sabe um
aguarela de uma qualquer pintora tão sonhadora como eu e tão distante do sonho
como nós.

E eu que detesto a fixidez do que tem de ser.. e eu que me
rebelo contra regras,... eu que gosto de ser livre,... cumpro regras...faço
cumprir regras... e fecho-me na noite dos cantos que ninguém conhece... depois
escrevo e torno real o que ninguém sabe... o que todos sabem que têm dentro de
si ....e publico o que nos torna a todos iguais....

São discursos  poéticos...mas são os poetas que empurram o Mundo
 para o Futuro... são eles que sonham os
homens e os acontecimentos... são eles que idealizam  a perfeição e a sentem mesmo antes de ela o
ser...são eles que fazem acontecer.

 

 

Meu querido amor inventado

 

Que esta carta te vá encontrar um dia na realidade em que te
desejo...pena que já não possa fazer parte dela.

 

Dia certo em momento incerto de um ano por inventar

 

ACCB

escrito no papiro por ACCB às 18:34
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musica da semana

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escrito no papiro por ACCB às 00:10
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Sexta-feira, 3 de Fevereiro de 2012

musica da semana

escrito no papiro por ACCB às 01:19
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Mimos que me mandam........

E a guitarra eléctrica a querer convencer ou seduzir o violino....e a deslizar pelo meio ambiente dele ....

 

até ganhar espaço...e ganha!

 

E o violino seduzido,..volta agora mais suave...dá-lhe espaço entre a orquestra.

 

 

 

 

 

escrito no papiro por ACCB às 00:06
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Quinta-feira, 2 de Fevereiro de 2012

Se o frio chegar hoje , diz quem sabe:


 MEDIDAS DE AUTOPROTECÇÃO

Durante os períodos de frio, recomenda-se que:

•    Vista várias camadas de roupa em vez de uma única peça de tecido grosso;
•    Use calçado quente e que não escorregue;
•    Tome banho com água morna e use creme hidratante em especial nas mãos, pés, cara e lábios;
•    Beba líquidos mornos como sopas, chá e leite;
•    Coma legumes e frutas;
•    Tenha cuidado com a utilização dos aquecimentos a gás e a lenha (braseiras, salamandras, lareiras), para evitar queimaduras e intoxicações;
•    Tenha em casa uma reserva de alimentos e medicamentos;
•    Promova o arejamento da casa regularmente.

Precauções ao Ar Livre
•    Se trabalha no exterior, proteja o corpo com roupa e calçado adequado;
•    Em dias de muito vento, procure andar por locais abrigados.

Pessoas Sós/ Isoladas/ Pessoas Sem-Abrigo
•    Certifique-se que familiares, vizinhos e amigos que vivem sozinhos, se encontram bem de saúde e em condições de conforto;
•    Preocupe-se com as pessoas sem-abrigo.

Crianças
•    Quando sair de casa com bebés ou crianças, proteja-os bem do frio.
Idosos
•    Se cuida de idosos ou de pessoas com alguma dificuldade de mobilidade, incentive-os a fazer pequenos movimentos com os dedos, braços e pernas, pois evitam o arrefecimento.
Viagem
•    Quando viajar de automóvel cumpra as regras de segurança: cuidado com a berma da estrada pois pode haver gelo.

Mantenha-se atento aos Avisos e informações dos organismos oficiais sobre previsões meteorológicas e alertas e para mais informação consulte:
•    Administração Regional de Saúde do Alentejo, I.P. – www.arsalentejo.min-saude.pt
•    Direcção-Geral da Saúde – www.dgs.pt
•    Autoridade Nacional de Protecção Civil – www.prociv.pt
•    Instituto de Meteorologia – www.meteo.pt

Se necessário ligue para: Saúde 24 - 808 24 24 24 e em caso de emergência 112

 

____________

escrito no papiro por ACCB às 15:06
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Música pela noite dentro

escrito no papiro por ACCB às 01:33
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Volare

escrito no papiro por ACCB às 01:07
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De Perfil

Sobre mim

Sou alguém que escreve por gostar de escrever. Quem escreve não pode censurar o que cria e não pode pensar que alguém o fará. Mesmo que o pense não pode deixar que esse limite o condicione. Senão: Nada feito. Como dizia Alves Redol “ A diferença entre um escritor e um aprendiz, ou um medíocre, é que naquele nunca a paixão se faz retórica.” online

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