Sexta-feira, 30 de Setembro de 2011

BOM DIA Portugal

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Olha, agora a Bia namora o Chico

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Quarta-feira, 28 de Setembro de 2011

TODAS AS VIDAS DE MEI-LIN

 

 
 

Onde eu estava quando tudo começou?

Estava em Saigon, no bar uma vez chamado Lanternas Vermelhas. Fugi de Moscou e espiava a lua no calor do teu sorriso. Branco e lindo.

Como a luz de todos os candeeiros daquela rua. Da última rua que eu me lembro.

Pedi vodka com limão e pensei comprar um bilhete para Jakarta. Vem comigo? Podemos dançar sem as máscaras e tirar o primeiro véu. Depois, quem sabe.

O mundo é pequeno demais para Jonh Wayne e todos aqueles índios.

Onde eu estava quando tudo começou?

Aprendia piano com Wolfgang.As notas da Sinfonia do Adeus. Achei triste demais e cantei a Sonata Dó-Ré-Mi para Johann. Depois de seis Bavárias ficou linda.

Estamos em Camelot, quero subir o Amazonas com Lancelot e Guinevere. vem comigo?

Podemos viver pintados de ocre e arrancar as penas da arara-azul. Depois, quem sabe.

Os protetores da natureza vão ficar furiosos e seremos persona non grata em Paris. " Très-chic".

Onde eu estava quando tudo começou?

Chorava assistindo Love Story. Queria ser loura como Brigitte, alta como Sigourney e "careta" como o Roberto.

Andei de calhambeque na Augusta e me aplaudiram de pé. Quase nua fiz continência ao presidente e a vida ficou melhor.

Quero comer pizza napolitana em Moema. Vem comigo?

Podemos passear na Paulista e terminar no Carandiru. Correr pela Madison Avenue e saltar em Montparnasse.

Depois, quem sabe. Nunca mais saberemos onde estamos e isso será maravilhoso.

Onde eu estava quando tudo começou?

Estava contigo.

 

NO SÉTIMO PLANETA DA QUINTA GALÁXIA EU TE ENCONTREI. TU ESTAVAS À DIREITA DO SOL, NA SEXTA CASA DA LUA. E NÃO TINHAS NOME.

 

Angela Pieruccini a Quarta-feira, 28 de Setembro de 2011 às 4:47

 

 

Há estórias que surgem como antigos contos de encantar.

 

 

_______________

 

Mais où étais-je quand tout a commencé?

J'étais à Saigon, accoudée au comptoir du "Bar des Lanternes rouges".

J'avais fui Moscou et regardais la lune à la chaleur de ton sourire, opalin et délicat comme la lumière des lampions de cette ruelle. La dernière dont je me souvenais.

J'ai commandé une Vodka-citron. Je pensais prendre un billet pour Djakarta...

Tu viens avec moi?

On peut baisser le voile, retirer les masques et danser... On verra bien.

Le monde est trop petit pour John Wayne et tous ses Indiens.

 

 

Où étais-je quand tout a commencé?

J'apprenais le piano avec un certain Wofgang, les notes étaient mélancoliques, la Symphonie des Adieux trop triste. J'ai chantonné la Sonate en do ré mi, et six petites bouteilles de "Bavaria" plus tard, l'air était plutôt joyeux.

 

Nous sommes à Camelot, je voudrais remonter l'Amazone avec Lancelot et Guenièvre. Tu viens avec moi?

Nous pouvons vivre peints couleur d'ocre et arracher les plumes de l'Ararauna.

 

On verra bien.

Les défenseurs de la nature seront furieux,  Nous serons "non grata" jusqu'à Paris. C'est "très chic".

 

Où étais-je quand tout a commencé?

J'aurais voulu naitre blonde comme Brigitte, haute comme Sigourney et chauve comme Roberto.

 

J'ai remonté la rue Augusta en tacot et reçu milles ovations,

 

Presque nue, j'ai reverencé le Président, et ma vie à changé.

Je veux maintenant manger une Pizza napolitaine à Moema.

 

Tu viens avec moi?

Je pleurais en regardant Love Story.

 

Nous pourrions marcher sur l'Avenue Paulista et prendre notre souffle à Carandiru.

 

Courir le long de Madison Avenue, et d'un saut se transporter à Montparnasse.

On verra bien.

 

On ne saurait jamais où nous sommes, et ce serait merveilleux.

 

Où étais-je quand tout a commencé?

J'étais avec toi, je crois.

 

Sur la 7ème planète de la 5ème galaxie, je t'ai rencontré, tu étais bien à droite du Soleil, dans la 6ème Maison de la Lune, e tu n'avais pas encore de nom

 

TRADUCTION DU BRÉSILIEN PAR CHRIS VAN HAMME

_____________________

escrito no papiro por ACCB às 20:53
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Que Parte da Soberania Senhora Merkel?

 

 

A chanceler alemã, Angela Merkel, defendeu o agravamento de sanções a países da  zona euro que não cumpram os critérios de estabilidade. "Terão de abdicar de  parte da sua soberania, se se verificar que o país em questão não cumpriu os  seus próprios compromissos" - entrevista à televisão pública ARD.

Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/que-parte-da-soberania-senhora-merkel=f676893#ixzz1ZGM3mgJy

 

 

********

escrito no papiro por ACCB às 18:00
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Terça-feira, 27 de Setembro de 2011

Did you see?

escrito no papiro por ACCB às 20:57
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Segunda-feira, 26 de Setembro de 2011

O que é teu à tua mão...

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Domingo, 25 de Setembro de 2011

Zen

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Sexta-feira, 23 de Setembro de 2011

musica da semana

escrito no papiro por ACCB às 19:57
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Ao José Niza obrigada pelo que nos deixou

Que venha o sol o vinho as flores
Marés canções todas as cores
Guerras esquecidas por amores;
Que venham já trazendo abraços
Vistam sorrisos de palhaços
Esqueçam tristezas e cansaços;
Que tragam todos os festejos
E ninguém se esqueça de beijos
Que tragam prendas de alegria
E a festa dure até ser dia;
Que não se privem nas despesas
Afastem todas as tristezas
Pão vinho e rosas sobre as mesas;
Que tragam cobertores ou mantas
O vinho escorra pelas gargantas
E a festa dure até às tantas;
Que venham todos de vontade
Sem se lembrarem de saudade
Venham os novos e os velhos
Mas que nenhum me dê conselhos!

escrito no papiro por ACCB às 16:19
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Quinta-feira, 22 de Setembro de 2011

Os buracos à luz do Direito

Os buracos à luz do Direito

22-Set-2011
 - Terá o nosso direito criminal resposta para tapar (julgar) os buracos orçamentais da República? Buracos financeiros há muitos e já estamos habituados a conviver com eles. O problema é só de ordem de grandeza. A equação é simples: uns fazem os buracos em nome do interesse nacional e outros pagam, sem pestanejar. Só o dinheiro que saiu pelos buracos dava, com certeza, para fazer face ao défice e para dar uma melhor qualidade de vida aos portugueses.

Existe algum crime tipificado na lei penal que responsabilize criminalmente um político, eleito pelo voto do Povo, por violação das regras orçamentais e das boas práticas da contabilidade pública? A sonegação de informação ou a gestão danosa dos dinheiros dos contribuintes é crime?

Como sabemos vigora, entre nós, o princípio da separação de poderes. O que não torna fácil criminalizar os comportamentos políticos, por gestão danosa ou ocultação de dados de execução orçamental. A resposta é simples. Não existe no Código Penal qualquer crime que julgue um titular de cargo político, por gestão danosa, praticada no exercício do seu mandato. Pode levar um Estado, uma Região Autónoma à bancarrota, sem nenhuma responsabilidade criminal.

O que pode acontecer é serem incriminados, o que é substancialmente diferente, pela prática de crimes de corrupção, tráfico de influências ou branqueamento de capitais. Só na fonte da ilicitude é possível apurar essa responsabilidade criminal. E não existe porque, em democracia, como se costuma dizer, na responsabilidade política o juiz é o Povo. Para além de ser muito difícil, não existe vontade do Poder Político para penalizar decisões políticas. Não é um assunto da Justiça, mas sim dos decisores políticos. A solução podia estar na lei de responsabilidade do exercício de cargos políticos. Mas nem aí porque se trata de uma lei muito tímida e confusa. Só no caso de violação consciente de normas de execução orçamental que podem passar por inscrever encargos não permitidos por lei, fugir ao Visto do Tribunal de Contas, quando a lei exigir e ou autorizar operações de tesouraria proibidas, é que se pode falar numa frouxa responsabilidade criminal. A ocultação de informação pode constituir, apenas, uma contra-ordenação. O que está a acontecer na Islândia, com o julgamento do primeiro-ministro, por ter conduzido o País à falência, jamais era possível em Portugal. De facto, a incompetência política não é crime. Mas se não querem assim, então os nossos governantes, fazendo uso da ética da convicção e da ética da responsabilidade, no dizer de Max Weber, salvem a Rés Pública, criando legislação a sério que doa e que não se limite a fazer cócegas como a que existe.

 

 

Rui Rangel |

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Outono

 

Equinócio de Outono - dia 23 de Setembro- 19h15m 
                 
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Quarta-feira, 21 de Setembro de 2011

Partiu Julio Resende

escrito no papiro por ACCB às 22:04
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Hoje faz anos que está viva (conte muitos)

 

Quando eu morrer

 

Quando eu morrer, não digas a ninguém que foi por ti.
Cobre o meu corpo frio com um desses lençóis
que alagámos de beijos quando eram outras horas
nos relógios do mundo e não havia ainda quem soubesse
de nós; e leva-o depois para junto do mar, onde possa
ser apenas mais um poema - como esses que eu escrevia
assim que a madrugada se encostava aos vidros e eu
tinha medo de me deitar só com a tua sombra. Deixa

que nos meus braços pousem então as aves (que, como eu,
trazem entre as penas a saudades de um verão carregado
de paixões). E planta à minha volta uma fiada de rosas
brancas que chamem pelas abelhas, e um cordão de árvores
que perfurem a noite - porque a morte deve ser clara
como o sal na bainha das ondas, e a cegueira sempre
me assustou (e eu já ceguei de amor, mas não contes
a ninguém que foi por ti). Quando eu morrer, deixa-me

a ver o mar do alto de um rochedo e não chores, nem
toques com os teus lábios a minha boca fria. E promete-me
que rasgas os meus versos em pedaços tão pequenos
como pequenos foram sempre os meus ódios; e que depois
os lanças na solidão de um arquipélago e partes sem olhar
para trás nenhuma vez: se alguém os vir de longe brilhando
na poeira, cuidará que são flores que o vento despiu, estrelas
que se escaparam das trevas, pingos de luz, lágrimas de sol,
ou penas de um anjo que perdeu as asas por amor.

 

 

Maria do Rosário Pedreira

 

escrito no papiro por ACCB às 15:13
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Lindo...............

escrito no papiro por ACCB às 12:00
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Terça-feira, 20 de Setembro de 2011

Proclamada pela UNESCO 1978

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS
DIREITOS DO ANIMAL

pets, pet supplies

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO
ANIMAL

Proclamada pela UNESCO em sessão realizada em Bruxelas em 27 de
Janeiro de 1978

Preâmbulo

Considerando que todo o
animal possui direitos,
Considerando que o desconhecimento e o desprezo
destes direitos têm levado e continuam a levar o homem a cometer crimes contra
os animais e contra a natureza,
Considerando que o reconhecimento pela
espécie humana do direito à existência das outras espécies animais constitui o
fundamento da coexistência das outras espécies no mundo,
Considerando que os
genocídios são perpetrados pelo homem e há o perigo de continuar a perpetrar
outros,
Considerando que o respeito dos homens pelos animais está ligado ao
respeito dos homens pelo seu semelhante,
Considerando que a educação deve
ensinar desde a infância a observar, a compreender, a respeitar e a amar os
animais,
PROCLAMA-SE O SEGUINTE:

Artigo

Todos os animais nascem
iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à
existência.

Artigo

1 - Todo o animal tem o
direito a ser respeitado.
2 - O homem, como espécie animal, não pode
exterminar os outros animais ou explorá-los violando esse direito; tem o dever
de pôr os seus conhecimentos ao serviço dos animais.
3 - Todo o animal tem o
direito à atenção, aos cuidados e à protecção do homem.

Artigo

1 - Nenhum animal será
submetido nem a maus tratos nem a actos cruéis.
2 - Se for necessário matar
um animal, ele deve de ser morto instantaneamente, sem dor e de modo a não
provocar-lhe angústia.

Artigo

Todo o animal pertencente a
uma espécie selvagem tem o direito de viver livre no seu próprio ambiente
natural, terrestre, aéreo ou aquático e tem o direito de se reproduzir.
1 -
Toda a privação de liberdade, mesmo que tenha fins educativos, é contrária a
este direito.

Artigo

Todo o animal pertencente a
uma espécie que viva tradicionalmente no meio ambiente do homem tem o direito de
viver e de crescer ao ritmo e nas condições de vida e de liberdade que são
próprias da sua espécie.
1 - Toda a modificação deste ritmo ou destas
condições que forem impostas pelo homem com fins mercantis é contrária a este
direito.

Artigo

Todo o animal que o homem
escolheu para seu companheiro tem direito a uma duração de vida conforme a sua
longevidade natural.
1 - O abandono de um animal é um acto cruel e
degradante.

Artigo

Todo o animal de trabalho
tem direito a uma limitação razoável de duração e de intensidade de trabalho, a
uma alimentação reparadora e ao repouso.

Artigo

A experimentação animal que
implique sofrimento físico ou psicológico é incompatível com os direitos do
animal, quer se trate de uma experiência médica, científica, comercial ou
qualquer que seja a forma de experimentação.
1 - As técnicas de substituição
devem de ser utilizadas e desenvolvidas.

Artigo

Quando o animal é criado
para alimentação, ele deve de ser alimentado, alojado, transportado e morto sem
que disso resulte para ele nem ansiedade nem dor.

Artigo
10º

Nenhum animal deve de ser
explorado para divertimento do homem.
1 - As exibições de animais e os
espectáculos que utilizem animais são incompatíveis com a dignidade do
animal.

Artigo
11º

Todo o acto que implique a
morte de um animal sem necessidade é um biocídio, isto é um crime contra a
vida.

Artigo
12º

Todo o acto que implique a
morte de um grande número de animais selvagens é um genocídio, isto é, um crime
contra a espécie.
1 - A poluição e a destruição do ambiente natural conduzem
ao genocídio.

Artigo
13º

O animal morto deve de ser
tratado com respeito.
1 - As cenas de violência de que os animais são vítimas
devem de ser interditas no cinema e na televisão, salvo se elas tiverem por fim
demonstrar um atentado aos direitos do animal.

Artigo
14º

Os organismos de protecção e
de salvaguarda dos animais devem estar representados a nível governamental.
1
- Os direitos do animal devem ser defendidos pela lei como os direitos do
homem.

 
pets, pet supplies

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
escrito no papiro por ACCB às 23:34
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Simples

 

 

Os povos serão cultos na medida em que entre eles crescer o número dos que se negam a aceitar qualquer benefício dos que podem;

dos que se mantêm sempre vigilantes em defesa dos oprimidos não porque tenham este ou aquele credo político, mas por isso mesmo, porque são oprimidos e neles se quebram as leis da Humanidade e da razão;

dos que se levantam, sinceros e corajosos, ante as ordens injustas, não também porque saem de um dos campos em luta, mas por serem injustas;

dos que acima de tudo defendem o direito de pensar e de ser digno.

 

Agostinho da Silva, in 'Diário de Alcestes'

 

escrito no papiro por ACCB às 00:05
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Segunda-feira, 19 de Setembro de 2011

Sabes?

escrito no papiro por ACCB às 19:19
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Boa semana

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Terça-feira, 13 de Setembro de 2011

Lua cheia

escrito no papiro por ACCB às 13:00
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Teatro com T grande

escrito no papiro por ACCB às 11:16
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Segunda-feira, 12 de Setembro de 2011

Não me sai do ouvido. Até já

escrito no papiro por ACCB às 12:13
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BOM DIA Portugal

BOA SEMANA

escrito no papiro por ACCB às 06:52
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Música pela noite dentro

escrito no papiro por ACCB às 00:53
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Domingo, 11 de Setembro de 2011

Mote:- Se fosse pintor inventava as tintas

 

 

 

 

Inventar a tinta que escorre da tua voz quando me falas baixinho
ou a cor da tua mão na minha
..........
Perguntei ao vento a cor da saudade
disse-me que era a mesma que a tua voz tem

Procurei no tempo a tonalidade
disse-me que estava guardada numa caixa antiga com pincéis velhos
que teria de a encontrar
talvez na próxima Lua cheia
numa noite em que o Luar iluminasse a maré baixa
e que era a mesma da tua mão na minha

Se eu fosse pintor
preparava essas tintas em godés paralelos às manhãs, às noites, aos crepúsculos, às linhas do horizonte ao fundo da memória....

Se eu fosse pintor inventava uma paleta de cores  cristalinas e transparentes em mudanças de tonalidades e rios de sons quentes e púrpura,...

..... não precisava de esperar a Lua cheia na maré baixa,  nem a magia da imaginação.

 

ACCB

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escrito no papiro por ACCB às 20:31
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11 de Setembro ou não

escrito no papiro por ACCB às 09:00
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Terça-feira, 6 de Setembro de 2011

Morabeza.......

escrito no papiro por ACCB às 16:08
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Perguntaram por mim

Cecília Meirelles - Metal Rosicler

Metal Rosicler foi publicado em 1960. Este é o primeiro poema do livro:
1
Não perguntavam por mim,
mas deram por minha falta.
Na trama da minha ausência,
inventaram tela falsa.
Como eu andava tão longe,
numa aventura tão larga,
entregue à metamorfose
do tempo fluido das águas;
como descera sozinho
os degraus da espuma clara,
e o meu corpo era silêncio
e era mistério minha alma -
- cantou-se a fábula incerta,
segunda a linguagem da harpa:
mas a música é uma selva
de sal e areia na praia,
um arabesco de cinza
que ao vento do mar se apaga.
E o meu caminho começa
nessa franja solitária,
no limite sem vestígio,
na translúcida muralha
que opõem o sonho vivido
e a vida apenas sonhada.
(Canções. Rio de Janeiro : Nova Fronteira, 2005, p. 147)
escrito no papiro por ACCB às 07:37
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De Perfil

Sobre mim

Sou alguém que escreve por gostar de escrever. Quem escreve não pode censurar o que cria e não pode pensar que alguém o fará. Mesmo que o pense não pode deixar que esse limite o condicione. Senão: Nada feito. Como dizia Alves Redol “ A diferença entre um escritor e um aprendiz, ou um medíocre, é que naquele nunca a paixão se faz retórica.” online

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