Quinta-feira, 23 de Junho de 2011

É preciso enviar um ofício

 
 
 
 
 
Um ofício
 que fosse de intensidade e calma
e de um fulgor feliz
E que
durasse com a densidade ardente e contemporâneo
de quem está no elemento
aceso e é a estatura
da água num corpo de alegria
...E que fosse
fundo o fervor de ser a metamorfose da matéria
que já não se separa da
incessante busca
que se identifica com a concavidade originária
que nos
faz andar e estar de pé
expostos sempre à única face do mundo
Que a
palavra fosse sempre a travessia
de um espaço em que ela própria fosse aérea

do outro lado de nós e do outro lado de cá
tão idêntica a si que unisse
o dizer e o ser
e já sem distância e não-distância nada a separasse

desse rosto que na travessia é o rosto do ar e de nós próprios


António Ramos Rosa, in "Poemas Inéditos"
escrito no papiro por ACCB às 17:38
link do post | Escreva no Papiro | ver papiros (1) | juntar aos escribas

Incomparável

escrito no papiro por ACCB às 01:24
link do post | Escreva no Papiro | juntar aos escribas
Quarta-feira, 22 de Junho de 2011

Música pela noite dentro

escrito no papiro por ACCB às 01:58
link do post | Escreva no Papiro | juntar aos escribas

1ª Mulher / 2º mais importante cargo

_____

 

 

À Presidente da AR - Parabéns  

 

 

       

OU DECIDIMOS MELHORAR O MUNDO OU TEREMOS DE PERGUNTAR
COMO SE DORME O NOSSO SONO
- Assunção Esteves

 

 

 

Dedicou a todas as Mulheres o seu discurso de Tomada de Posse

Falou dos mais desfavorecidos e da Esperança dos mais frágeis

Diz dar o Parlamento corpo a um Poder que se forma na Moral Universal que se dita na Justiça

A função da representação Politica é, no seu dizer, Sagrada

Quer reinventar a Democracia

 

 

______________________

 

escrito no papiro por ACCB às 00:03
link do post | Escreva no Papiro | juntar aos escribas
Terça-feira, 21 de Junho de 2011

a Srª Ministra da Justiça escreveu assim

 

 Em 2009

 

 

"Anteontem 'reabriu' o Ano Judicial. Parece-me que o Ano Judicial deve abrir quando abre mesmo. Sem desconhecer a razão da tradição, o facto é que abriu quando já estava aberto. O Governo aproveitou o cerimonial e foi, também ele, desfasado.

Há anos atrás, o Congresso da Justiça e o Primeiro Pacto - entre magistraturas, advocacia, solicitadores, funcionários judiciais - uniram os operadores. Ganhou-se a consciência crítica da necessidade de diagnósticos e acções comuns, que se efectuaram e encetaram.

Pela primeira vez as tensões dentro do Sistema foram compreendidas e deram-se passos para obter uma cultura comum, tendo como objectivo primeiro o Cidadão. O Pacto para a Justiça travou a funcionalização das Magistraturas.

No discurso do Governo está tudo bem - e nós a saber que não. Sob o olhar preocupado do Presidente da República, desfilou o discurso da realidade virtual. Nem uma palavra sobre a independência dos Tribunais e a agonia do Ministério Público. Assim haja força para não o permitir.

As alterações ao Estatuto do Ministério Público conjugadas com o novo mapa judiciário violam princípios e garantias constitucionais e põem em causa a independência dos Tribunais.

O Conselho Superior do Ministério Público é esvaziado de poderes, a hierarquia pode movimentar como entender magistrados entre serviços situados em áreas do território entre as quais existem grandes distâncias; os procuradores-gerais nos Tribunais da Relação são nomeados em comissão de serviço (renováveis em função do parecer da hierarquia); sem concursos, a hierarquia coopta-se a si própria (os que forem de confiança); as escolhas das coordenações e chefias intermédias são feitas com base em indicação da hierarquia, violando o princípio da igualdade no acesso às carreiras públicas.

Princípios de independência, de inamovibilidade, de autonomia, são destituídos de sentido. Instala-se a falta de transparência na actuação do Ministério Público. Que importa, se é exactamente isto que o Governo pretende? Convém-lhe.

O Senhor Provedor da Justiça, os Grupos Parlamentares, não podem deixar de suscitar a fiscalização da constitucionalidade das alterações ao Estatuto.

 

 

A nós, compete-nos não deixar. Pelo menos aqueles que são livres e incondicionáveis.

Há que resistir à vontade do Governo de deixar a independência dos Tribunais em estilhaços."

 

 

 

--------------------

escrito no papiro por ACCB às 18:39
link do post | Escreva no Papiro | ver papiros (1) | juntar aos escribas

Chegam Palavras

 

 

Chegam palavras

 Muitas palavras

 trazem ideias

  suspiros e pensamentos soltos

 

 

  ...algumas cheiram a mar

 outras trazem aves de longe

 e paisagens pintadas

 no pôr do sol

 

  

Trazem sons sussurrados

 Por esquinas escondidas

 na alma da gente

  

  

chegam palavras

 em hipérbole

 e metáforas

 E verbos no pretérito perfeito

 de uma noite

 esquecida

 

  

 Não vou reciclar nada

 guardo tudo numa caixa

 velha e fechada  há muito

 Que hoje vou abrir

 Porque chegam palavras

 

 

  

ACCB

escrito no papiro por ACCB às 02:08
link do post | Escreva no Papiro | juntar aos escribas

...

"Os que te odeiam são admiradores secretos incapazes de compreender porque tantos te amam."

 

escrito no papiro por ACCB às 01:59
link do post | Escreva no Papiro | juntar aos escribas
Domingo, 19 de Junho de 2011

Música pela noite dentro

escrito no papiro por ACCB às 00:38
link do post | Escreva no Papiro | juntar aos escribas
Sábado, 18 de Junho de 2011

18 Junho

 

 

 

Palavras para uma cidade

 

 

Tempo houve em que Lisboa não tinha esse nome. Chamavam-lhe Olisipo quando os Romanos ali chegaram, Olissibona quando a tomaram os Mouros, que logo deram em dizer Aschbouna, talvez porque não soubessem pronunciar a bárbara palavra. Quando, em 1147, depois de um cerco de três meses, os Mouros foram vencidos, o nome da cidade não mudou logo na hora seguinte: se aquele que iria ser o nosso primeiro rei enviou à família uma carta a anunciar o feito, o mais provável é que tenha escrito ao alto Aschbouna, 24 de Outubro, ou Olissibona, mas nunca Lisboa. Quando começou Lisboa a ser Lisboa de facto e de direito? Pelo menos alguns anos tiveram de passar antes que o novo nome nascesse, tal como para que os conquistadores Galegos começassem a tornar-se Portugueses…

Estas miudezas históricas interessam pouco, dir-se-á, mas a mim interessar-me-ia muito, não só saber, mas ver, no exacto sentido da palavra, como veio mudando Lisboa desde aqueles dias. Se o cinema já existisse então, se os velhos cronistas fossem operadores de câmara, se as mil e uma mudanças por que Lisboa passou ao longo dos séculos tivessem sido registadas, poderíamos ver essa Lisboa de oito séculos crescer e mover-se como um ser vivo, como aquelas flores que a televisão nos mostra, abrindo-se em poucos segundos, desde o botão ainda fechado ao esplendor final das formas e das cores. Creio que amaria a essa Lisboa por cima de todas as cousas.

Fisicamente, habitamos um espaço, mas, sentimentalmente, somos habitados por uma memória. Memória que é a de um espaço e de um tempo, memória no interior da qual vivemos, como uma ilha entre dois mares: um que dizemos passado, outro que dizemos futuro. Podemos navegar no mar do passado próximo graças à memória pessoal que conservou a lembrança das suas rotas, mas para navegar no mar do passado remoto teremos de usar as memórias que o tempo acumulou, as memórias de um espaço continuamente transformado, tão fugidio como o próprio tempo. Esse filme de Lisboa, comprimindo o tempo e expandindo o espaço, seria a memória perfeita da cidade.

O que sabemos dos lugares é coincidirmos com eles durante um certo tempo no espaço que são. O lugar estava ali, a pessoa apareceu, depois a pessoa partiu, o lugar continuou, o lugar tinha feito a pessoa, a pessoa havia transformado o lugar. Quando tive de recriar o espaço e o tempo de Lisboa onde Ricardo Reis viveria o seu último ano, sabia de antemão que não seriam coincidentes as duas noções do tempo e do lugar: a do adolescente tímido que fui, fechado na sua condição social, e a do poeta lúcido e genial que frequentava as mais altas regiões do espírito. A minha Lisboa foi sempre a dos bairros pobres, e quando, muito mais tarde, as circunstâncias me levaram a viver noutros ambientes, a memória que preferi guardar foi a da Lisboa dos meus primeiros anos, a Lisboa da gente de pouco ter e de muito sentir, ainda rural nos costumes e na compreensão do mundo.

Talvez não seja possível falar de uma cidade sem citar umas quantas datas notáveis da sua existência histórica. Aqui, falando de Lisboa, foi mencionada uma só, a do seu começo português: não será particularmente grave o pecado de glorificação… Sê-lo-ia, sim, ceder àquela espécie de exaltação patriótica que, à falta de inimigos reais sobre que fazer cair o seu suposto poder, procura os estímulos fáceis da evocação retórica. As retóricas comemorativas, não sendo forçosamente um mal, comportam no entanto um sentimento de auto-complacência que leva a confundir as palavras com os actos, quando as não coloca no lugar que só a eles competiria.

Naquele dia de Outubro, o então ainda mal iniciado Portugal deu um largo passo em frente, e tão firme foi ele que não voltou Lisboa a ser perdida. Mas não nos permitamos a napoleónica vaidade de exclamar: “Do alto daquele castelo oitocentos anos nos contemplam” – e aplaudir-nos depois uns aos outros por termos durado tanto… Pensemos antes que do sangue derramado por um e outro lados está feito o sangue que levamos nas veias, nós, os herdeiros desta cidade, filhos de cristãos e de mouros, de pretos e de judeus, de índios e de amarelos, enfim, de todas as raças e credos que se dizem bons, de todos os credos e raças a que chamam maus. Deixemos na irónica paz dos túmulos aquelas mentes transviadas que, num passado não distante, inventaram para os Portugueses um “dia da raça”, e reivindiquemos a magnífica mestiçagem, não apenas de sangues, mas sobretudo de culturas, que fundou Portugal e o fez durar até hoje.

Lisboa tem-se transformado nos últimos anos, foi capaz de acordar na consciência dos seus cidadãos o renovo de forças que a arrancou do marasmo em que caíra. Em nome da modernização levantam-se muros de betão sobre as pedras antigas, transtornam-se os perfis das colinas, alteram-se os panoramas, modificam-se os ângulos de visão. Mas o espírito de Lisboa sobrevive, e é o espírito que faz eternas as cidades. Arrebatado por aquele louco amor e aquele divino entusiasmo que moram nos poetas, Camões escreveu um dia, falando de Lisboa: “…cidade que facilmente das outras é princesa”. Perdoemos-lhe o exagero. Basta que Lisboa seja simplesmente o que deve ser: culta, moderna, limpa, organizada – sem perder nada da sua alma. E se todas estas bondades acabarem por fazer dela uma rainha, pois que o seja. Na república que nós somos serão sempre bem-vindas rainhas assim.

 

José Saramago

 

escrito no papiro por ACCB às 12:25
link do post | Escreva no Papiro | juntar aos escribas
Sexta-feira, 17 de Junho de 2011

Foto de hoje corre mundo

 

 

 

Daniel Filipe

A invenção do amor

Em todas as
esquinas da cidade
nas paredes dos bares à porta dos edifícios públicos nas
janelas dos autocarros
mesmo naquele muro arruinado por entre anúncios de
aparelhos de rádio e detergentes
na vitrine da pequena loja onde não entra
ninguém
no átrio da estação de caminhos de ferro que foi o lar da nossa
esperança de fuga
um cartaz denuncia o nosso amor

Em letras enormes do
tamanho
do medo da solidão da angústia
um cartaz denuncia que um homem e
uma mulher
se encontraram num bar de hotel
numa tarde de chuva
entre
zunidos de conversa
e inventaram o amor com caracter de urgência
deixando
cair dos ombros o fardo incómodo da monotonia quotidiana

Um homem e uma
mulher que tinham olhos e coração e fome de ternura
e souberam entender-se
sem palavras inúteis
Apenas o silêncio A descoberta A estranheza
de um
sorriso natural e inesperado

Não saíram de mãos dadas para a humidade
diurna
Despediram-se e cada um tomou um rumo diferente
embora
subterraneamente unidos pela invenção conjunta
de um amor subitamente
imperativo

Um homem e uma mulher um cartaz denuncia
colado em todas as
esquinas da cidade
A rádio já falou A TV anuncia
iminente a captura A
policia de costumes avisada
procura os dois amantes nos becos e nas
avenidas
Onde houver uma flor rubra e essencial
é possível que se escondam
tremendo a cada batida na porta fechada para o mundo
É preciso encontrá-los
antes que seja tarde
Antes que o exemplo frutifique Antes
que a invenção
do amor se processe em cadeia

Há pesadas sanções para os que auxiliarem
os fugitivos
Chamem as tropas aquarteladas na província
Convoquem os
reservistas os bombeiros os elementos da defesa passiva
Todos decrete-se a
lei marcial com todas as consequências
O perigo justifica-o Um homem e uma
mulher
conheceram-se amaram-se perderam-se no labirinto da cidade

É
indispensável encontrá-los dominá-los convencê-los
antes que seja tarde
e
a memória da infância nos jardins escondidos
acorde a tolerância no coração
das pessoas

Fechem as escolas Sobretudo
protejam as crianças da
contaminação
uma agência comunica que algures ao sul do rio
um menino
pediu uma rosa vermelha
e chorou nervosamente porque lha recusaram
Segundo
o director da sua escola é um pequeno triste inexplicavelmente dado aos longos
silêncios e aos choros sem razão
Aplicado no entanto Respeitador da
disciplina
Um caso típico de inadaptação congénita disseram os
psicólogos
Ainda bem que se revelou a tempo Vai ser internado
e submetido
a um tratamento especial de recuperação
Mas é possível que haja outros É
absolutamente vital
que o diagnóstico se faça no período primário da
doença
E também que se evite o contágio com o homem e a mulher
de que fala
no cartaz colado em todas as esquinas da cidade

Está em jogo o destino da
civilização que construímos
o destino das máquinas das bombas de hidrogénio
das normas de discriminação racial
o futuro da estrutura industrial de que
nos orgulhamos
a verdade incontroversa das declarações
políticas

...

É possível que cantem
mas defendam-se de entender
a sua voz Alguém que os escutou
deixou cair as armas e mergulhou nas mãos o
rosto banhado de lágrimas
E quando foi interrogado em Tribunal de
Guerra
respondeu que a voz e as palavras o faziam feliz
lhe lembravam a
infância Campos verdes floridos
Água simples correndo A brisa das
montanhas
Foi condenado à morte é evidente É preciso evitar um mal
maior
Mas caminhou cantando para o muro da execução
foi necessário
amordaçá-lo e mesmo desprendia-se dele
um misterioso halo de uma felicidade
incorrupta

...

Procurem a mulher o homem que num bar
de hotel
se encontraram numa tarde de chuva
Se tanto for preciso estabeleçam
barricadas
senhas salvo-condutos horas de recolher
censura prévia à
Imprensa tribunais de excepção
Para bem da cidade do país da cultura
é
preciso encontrar o casal fugitivo
que inventou o amor com carácter de
urgência

Os jornais da manhã publicam a notícia
de que os viram passar
de mãos dadas sorrindo
numa rua serena debruada de acácias
Um velho sem
família a testemunha diz
ter sentido de súbito uma estranha paz
interior
uma voz desprendendo um cheiro a primavera
o doce bafo quente da
adolescência longínqua

24.6.2011
escrito no papiro por ACCB às 20:52
link do post | Escreva no Papiro | juntar aos escribas
Quinta-feira, 16 de Junho de 2011

Música pela noite dentro

escrito no papiro por ACCB às 01:45
link do post | Escreva no Papiro | ver papiros (1) | juntar aos escribas
Quarta-feira, 15 de Junho de 2011

musica da semana

escrito no papiro por ACCB às 08:41
link do post | Escreva no Papiro | juntar aos escribas

What a difference?!

escrito no papiro por ACCB às 08:27
link do post | Escreva no Papiro | juntar aos escribas

I like it!

escrito no papiro por ACCB às 00:21
link do post | Escreva no Papiro | juntar aos escribas
Terça-feira, 14 de Junho de 2011

smile

escrito no papiro por ACCB às 11:39
link do post | Escreva no Papiro | juntar aos escribas

Full Moon

escrito no papiro por ACCB às 01:43
link do post | Escreva no Papiro | juntar aos escribas
Segunda-feira, 13 de Junho de 2011

FERNANDO PESSOA 123º aniversário

 
 
 
 
Álvaro de Campos
Às Vezes
 
    Às vezes tenho idéias felizes,
    Idéias subitamente
felizes, em idéias

    E nas palavras em que naturalmente se
despegam...

    Depois de escrever, leio...
    Por que escrevi isto?

    Onde fui buscar isto?
    De onde me veio isto?  Isto é
melhor do que eu...

    Seremos nós neste mundo apenas canetas com
tinta

    Com que alguém escreve a valer o que nós aqui
traçamos?...

escrito no papiro por ACCB às 18:31
link do post | Escreva no Papiro | juntar aos escribas

Lua cheia

escrito no papiro por ACCB às 13:13
link do post | Escreva no Papiro | juntar aos escribas
Sexta-feira, 10 de Junho de 2011

10 Junho

( Dali - Caravela)

 

 

Cesse tudo o que a Musa antiga canta,
Que outro valor mais alto se alevanta

---

 

---------------

 

 

 

 

escrito no papiro por ACCB às 12:00
link do post | Escreva no Papiro | juntar aos escribas
Terça-feira, 7 de Junho de 2011

Música pela noite dentro

escrito no papiro por ACCB às 23:59
link do post | Escreva no Papiro | juntar aos escribas

Olfacto

escrito no papiro por ACCB às 00:02
link do post | Escreva no Papiro | juntar aos escribas
Domingo, 5 de Junho de 2011

Música pela noite dentro

escrito no papiro por ACCB às 03:45
link do post | Escreva no Papiro | juntar aos escribas
Quarta-feira, 1 de Junho de 2011

Jovens combinam com Inovação

Eu podia escrever sobre a prisão preventiva

22:56 Terça feira, 31 de maio de 2011             

OU SOBRE ALGUÉM QUE MEREÇA SER NOTÍCIA

 

escrito no papiro por ACCB às 01:05
link do post | Escreva no Papiro | juntar aos escribas

De Perfil

Sobre mim

Sou alguém que escreve por gostar de escrever. Quem escreve não pode censurar o que cria e não pode pensar que alguém o fará. Mesmo que o pense não pode deixar que esse limite o condicione. Senão: Nada feito. Como dizia Alves Redol “ A diferença entre um escritor e um aprendiz, ou um medíocre, é que naquele nunca a paixão se faz retórica.” online

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

últimos papiros

Dois Epigramas

Partimos cada dia...........

Dia 11.11.2017

A rectidão das linhas

Para ser Perfeito

Miró

Caminhos

Paris , o pintor de rua e...

O temporal esta noite.......

Para ti

Engolir o Universo

Para o raio que os partis...

Eu sou a tempestade

fotos antigas a 3 de Junh...

Depus a Máscara

Fundamento

Berlim

A cadeira

Empatias

ESPLANADA

Pai

Aquele traço de escrita

Pássaros

Amigo não é nada disso

Filhos.....

Obama

A propósito de Trump

Choveu

Desiderata

8 de janeiro 2014 9 Jane...

Um texto que dá que pensa...

Para Fazer o Retrato de u...

Poema pouco original do m...

Poema de Jenny Londoño

Tons de escrita

Super Lua

No dia 11.11.2016 - 58 an...

10.11.2016

"May be ...... the price ...

Não peças a quem pediu

Noite....

....contemplação....

Como é um alentejano?

Que se dane a regra e o p...

Sílaba súbita

É nos olhos....

Papéis velhos...

Papel em branco.....

. A escrever qualquer coi...

Linhas...

Outros Papiros

licensecreativecommons

Licença Creative Commons
A obra Cleopatramoon de Cleopatramoon Blogue foi licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição - Uso Não-Comercial - Partilha nos Mesmos Termos 3.0 Não Adaptada.
Com base na obra disponível em cleopatramoon.blogs.sapo.pt.

favoritos

Eu sou a tempestade

Desiderata

Choveu

Pássaros

Aquele traço de escrita

Pai

Amanhã Hoje é dia da Cria...

Novembro 2017

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
12
13
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30

subscrever feeds