Segunda-feira, 31 de Janeiro de 2011

Almoçar na praia das Maçãs...

escrito no papiro por ACCB às 19:50
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FOR ME!

 

MUDEI ESTE PARA CIMA; PORQUE É BONITO, SONHOS AGRADÁVEIS  :-)

 

 

escrito no papiro por ACCB às 02:33
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Ao taradinho ou taradinha

 

 

Há um taradinho ou taradinha que aqui vem de quando em vez cuspir para o ar.

Deve precisar lavar alguma coisa. Talvez a consciência suja.

Ou talvez soltar algumas frustração, algum desencanto, algum Não!

Acho piada à energia que gasta quando aqui vem...

Deve dormir tão cheia ou cheio de raivas que ressona alto...os vizinhos devem passar a noite a rogar-lhe pragas. Talvez lhe batam á campainha e ele ou ela não ouve, porque julga que é o som da sua própria pobreza de espírito.

 

De manhã sai com olheiras

E passa o dia a cuspir verde,... é da bílis. Dizem que tem mau hálito.

 

À noite regressa a casa e procura furiosamente a minha Lua.

Janta em frente ao PC, qualquer coisa que mastiga como se mascasse rapé...

Coitada... ou coitado... triste de quem nada mais na Vida tem que  um conflito insolúvel : - a aversão a si mesmo.

 

 

escrito no papiro por ACCB às 01:49
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GARDE LA DERNIÈRE DANSE POUR MOI

 

Va danser
Si tu peux t'amuser
J'attendrai le jour de ton retour
Si quelqu'un
Veut que tu l'accompagnes
...Jusqu'à la maison
Dis-lui bien que non

Car n'oublie pas que ce sera toi
Qui conduiras ce soir chez moi
Garde bien la dernière danse pour moi
escrito no papiro por ACCB às 00:20
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Save the last dance for me..


Save The Last Dance For Me
Enviado por razfin. - Clipes, entrevista dos artistas, shows e muito mais.
escrito no papiro por ACCB às 00:13
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Domingo, 30 de Janeiro de 2011

A minha casa...

 

 

 

A minha casa à noite, fica um pouco mais acima do Pôr-do-sol.
Quando me levanto, fica entre a maré baixa e o sol nascente.
Pela tarde, quando o Sol vai alto, puxo a cortina do meio dia para baixo e fico a ver os minutos passarem.
Não demoram mais de uma hora porque, depois, tenho de voltar ao lugar onde a minha casa mora.

Quando chove,... fica um bocadinho à esquerda do arco-íris....
 
ACCB

 

escrito no papiro por ACCB às 23:29
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Mote - As palavras que te envio são interditas

 

 

As palavras que te envio são interditas.

Estão em código.

Um código só decifrável por quem ama

Não têm acordo ortográfico

 

Apanha-as antes que o acordo lhes roube sílabas,...sussurros...

Esconde-as do Mundo

Dos olhos mesquinhos que te levam com os dias

Que te escondem nas noites silenciosas e frias

Na amargura do teu sentir

 

As palavras que te envio são interditas

Talvez nem tu as entendas

 

Perdeste o código

nas tardes vazias

No alvorocer de manhãs sem tempo

 em que, de tempos a tempos consultavas as regras

....

Em cada 20 palavras havia um beijo

em cada duas vírgulas, um amo-te

Depois, nos pontos finais passava-te os dedos pelos cabelos

Lembro-me,...(lembras?!), que nas reticências te beijava..

 

 

As palavras que te envio são interditas

Fecharam-nas no relógio do tempo

Dizem que cairam ao mar, para lá do Pôr-do-sol...

Procuraste algum dia na maré?

 

Pode ser que numa tarde vazia

os teus olhos as encontrem encharcadas de saudade à beira mar..................

 

ou:- Os teus olhos encharcados de saudade as encontrem.

 

ACCB

 

Dia 30-1 - Dia da Saudade

 

escrito no papiro por ACCB às 15:43
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Death to the Death Penalty

escrito no papiro por ACCB às 08:00
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ANNIE

 


Na costa do Texas
Há entre Mobile e Galveston
Um imenso jardim cheio de rosas
E no interior desse jardim uma villa
Que é uma grande rosa

 


Uma mulher passeia-se amiúde
Sozinha no jardim
E quando eu passo em frente na estrada bordada de tílias
Olhamo-nos longamente

Como esta mulher é menonita
As suas roseiras e os seus vestidos não têm um só botão
Faltam dois no meu casaco
É como se essa mulher e eu seguíssemos a
mesma religião

Apollinaire

 

escrito no papiro por ACCB às 00:12
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Sábado, 29 de Janeiro de 2011

Come fly..............with me :-)

escrito no papiro por ACCB às 23:07
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Sexta-feira, 28 de Janeiro de 2011

Poète, vos papiers !

 

Bipède volupteur de lyre
Epoux châtré de Polymnie
Vérolé de lune à confire
Grand-Duc bouillon des librairies
Maroufle à pendre à l'hexamètre
Voyou décliné chez les Grecs
Albatros à chaîne et à guêtres
Cigale qui claque du bec

 

Poète, vos papiers !
Poète, vos papiers !

 

J'ai bu du Waterman et j'ai bouffé Littré
Et je repousse du goulot de la syntaxe
A faire se pâmer les précieux à l'arrêt
La phrase m'a poussé au ventre comme un axe

J'ai fait un bail de trois six neuf aux adjectifs
Qui viennent se dorer le mou à ma lanterne
Et j'ai joué au casino les subjonctifs
La chemise à Claudel et les cons dits " modernes "

Syndiqué de la solitude
Museau qui dévore du couic
Sédentaire des longitudes
Phosphaté des dieux chair à flic
Colis en souffrance à la veine
Remords de la Légion d'honneur
Tumeur de la fonction urbaine
Don Quichotte du crève-cœur

 

Poète, vos papiers !
Poète, Papier !

 

Le dictionnaire et le porto à découvert
Je débourre des mots à longueur de pelure
J'ai des idées au frais de côté pour l'hiver
A rimer le bifteck avec les engelures

Cependant que Tzara enfourche le bidet
A l'auberge dada la crotte est littéraire
Le vers est libre enfin et la rime en congé
On va pouvoir poétiser le prolétaire

 

 

Spécialiste de la mistoufle
Emigrant qui pisse aux visas
Aventurier de la pantoufle
Sous la table du Nirvana
Meurt-de-faim qui plane à la Une
Ecrivain public des croquants
Anonyme qui s'entribune
A la barbe des continents

 

Poète, vos papiers !
Poète, documenti !

 

Littérature obscène inventée à la nuit
Onanisme torché au papier de Hollande
Il y a partouze à l'hémistiche mes amis
Et que m'importe alors Jean Genet que tu bandes

La poétique libérée c'est du bidon
Poète prends ton vers et fous-lui une trempe
Mets-lui les fers aux pieds et la rime au balcon
Et ta muse sera sapée comme une vamp

Citoyen qui sent de la tête
Papa gâteau de l'alphabet
Maquereau de la clarinette
Graine qui pousse des gibets
Châssis rouillé sous les démences
Corridor pourri de l'ennui
Hygiéniste de la romance
Rédempteur falot des lundis

 

Poète, vos papiers !
Poète, salti !

 

Que l'image soit rogue et l'épithète au poil
La césure sournoise certes mais correcte
Tu peux vêtir ta Muse ou la laisser à poil
L'important est ce que ton ventre lui injecte

Ses seins oblitérés par ton verbe arlequin
Gonfleront goulûment la voile aux devantures
Solidement gainée ta lyrique putain
Tu pourras la sortir dans la Littérature

Ventre affamé qui tend l'oreille
Maraudeur aux bras déployés
Pollen au rabais pour abeille
Tête de mort rasée de frais
Rampant de service aux étoiles
Pouacre qui fait dans le quatrain
Masturbé qui vide sa moelle
A la devanture du coin

Poète... circulez !


Circulez poète !
Circulez !

 

 

escrito no papiro por ACCB às 02:13
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Poema

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escrito no papiro por ACCB às 02:11
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Poema aos homens constipados

 


Pachos na testa, terço na mão,
Uma botija, chá de limão,
Zaragatoas, vinho com mel,
Três aspirinas, creme na pele
Grito de medo, chamo a mulher.
Ai Lurdes que vou morrer.
Mede-me a febre, olha-me a goela,
Cala os miúdos, fecha a janela,
Não quero canja, nem a salada,
Ai Lurdes, Lurdes, não vales nada.
Se tu sonhasses como me sinto,
Já vejo a morte nunca te minto,
Já vejo o inferno, chamas, diabos,
Anjos estranhos, cornos e rabos,
Vejo demónios nas suas danças
Tigres sem listras, bodes sem tranças
Choros de coruja, risos de grilo
Ai Lurdes, Lurdes fica comigo
Não é o pingo de uma torneira,
Põe-me a Santinha à cabeceira,
Compõe-me a colcha,
Fala ao prior,
Pousa o Jesus no cobertor.
Chama o Doutor, passa a chamada,
Ai Lurdes, Lurdes nem dás por nada.
Faz-me tisana e pão de ló,
Não te levantes que fico só,
Aqui sozinho a apodrecer,
Ai Lurdes, Lurdes que vou morrer.

António Lobo Antunes - (Sátira aos HOMENS quando estão com gripe)  

 

 

 São mesmo assim, não é verdade meninas?

escrito no papiro por ACCB às 02:03
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Lembras-te?

 

 

 

Por entre os teus novelos...soltos
As bátegas de chuva, são silêncios medo
No sentir forte do frio intruso
...Em luares de ondulação sem cor.

O livro desfolha-se sozinho
Pelo sopro do esperar sem norte
Enquanto as gaivotas ancoram em terra
Sofridas na tempestade de razões feridas.

Restam os velhos chorões envergonhados no escuro
E até o amanhã adormeceu ontem em cadência igual
Porque as páginas são sempre imagens de um só tom

 


E os olhos do velho farol mirram sem apelo...

Não...não te lembras!

in MEMÓRIAS - by OUTONO - 2011
escrito no papiro por ACCB às 01:03
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Quarta-feira, 26 de Janeiro de 2011

Memórias........

Hoje espreitando coisas de uma amiga, encontrei memórias .............

 

 

 

 

MÃE DE ÁGUA

 

Deitar fora sem desgosto a tigela antiga que se partiu (isto é: que eu parti)

e pensar com a risada de minha Mãe:

«Deixá-lo! Temos que fazer viver os oleiros!» (a consolar-se do seu gesto desastrado)

 

e aceitar o passar do tempo sem angústia e sem saudade

e dizer como ela dizia sem palavras: «O tempo fez-se para passar!»

 

Ah sim! que passe e nos leve e não se fala mais nisso!

Mas se ao menos nos levasse para o mesmo sítio, Mãe!»

 

Teresa Rita Lopes, Afectos, Editorial Presença, Lisboa, 2000

 

escrito no papiro por ACCB às 23:13
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every time..................

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escrito no papiro por ACCB às 00:34
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Terça-feira, 25 de Janeiro de 2011

No hago otra cosa

escrito no papiro por ACCB às 01:46
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Domingo, 23 de Janeiro de 2011

Existe sempre uma razão...

escrito no papiro por ACCB às 00:03
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Sábado, 22 de Janeiro de 2011

hoje está frio...........

 

 

 

 

Poema em branco

 

Não tinha mais para escrever que nada

A página  cheia de espaços olhava-me silenciosa

Penso que nem silêncio tinha

Seria porque o Inverno caíra no meu tinteiro?

 

ACCB

 

 

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escrito no papiro por ACCB às 00:30
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Sexta-feira, 21 de Janeiro de 2011

Decreto irrevogável

  

 

 

 

“É Proibido...
Esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se
desencontraram…

 

                              ( Pablo Neruda )

 

escrito no papiro por ACCB às 17:15
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Quinta-feira, 20 de Janeiro de 2011

Encantamento

 

  

O" não me pronunciar" é já uma qualidade que acescenta à beleza a inteligência. Dois predicados que tornam uma mulher encantadora.
Encantadora é um conceito preciso. Os gregos ligavam o encantamento a poderes sbrenaturais, mágicos. E lembr...am-se do poema de Teixeira de Pascoais? É isso mesmo!
Já sei que vai acusar-me de alguma contradição (confortar com o que me desconforta) E tem razão. Mas tinha de dizer isto. Saiu de dentro, percebe!Também tenho defeitos. -JBM

 

 

  

 

 

Quantas vezes, ficava a olhar, a olhar
A tua dôce e angelica Figura,
Esquecido, embebido num luar,
Num enlêvo perfeito e graça pura!

E á força de sorrir, de me encantar,
Deante de ti, mimosa Creatura,
Suavemente sentia-me apagar...
E eu era sombra apenas e ternura.

Que inocencia! que aurora! que alegria!
Tua figura de Anjo radiava!
Sob os teus pés a terra florescia,

E até meu proprio espirito cantava!
Nessas horas divinas, quem diria
A sorte que já Deus te destinava!

Teixeira de Pascoaes, in 'Elegias'

 

escrito no papiro por ACCB às 23:18
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Lisboa cidade, menina e moça...tão minha.

MOTE:_(...) ao ver em Lisboa roupa estendida a secar em vários rés do chão, reconciliei-me um pouco com a capital.

 

                                                                                                                                        MARIA

 

 

 

 

Lisboa tinha sempre aquele cheiro de sabão lavado pela manhã. Mas, era só naquele empedrado, em Alfama.

No Bairro Alto era a noite e o cheiro a luzes e sons.

Na Mouraria era o fado pelas vielas e no Castelo era o som das cavalgadas e das armaduras, das flechas e das figuras lendárias.

Na Graça, havia a alegria do miradouro, onde a poetisa do mar quis ficar eternamente em frente à Igreja. (Tantas vezes me sento ali ao teu lado Sophia e fico a ver o pôr-do-sol a morrer para lá do rio, a pintar Belém de vermelho e descobertas).

Em S. Vicente é tudo branco e silencioso, como se os passos não se pudessem ouvir. Rezamos e baixamos os olhos...nunca percebi porquê.

Na Madragoa há caravelas estendidas às janelas...em velas coloridas e perfumadas.

Mas é em Alfama que Lisboa se levanta cedo e cheira a roupa lavada por mãos cheias de força, acompanhadas de vozes cristalinas.

Fica o aroma do sabão pelas chinelas da calçada ...

Sei que os tons das janelas e dos estendais mudam com as horas do dia.

Sentada nos degraus da Sé pela tarde, desço a calçada de janela em janela e, com prazer, inspiro o cheiro das roupas nos estendais.

Têm gente dentro as casas... e há vozes que se erguem em guitarras portuguesas.

Fica a saudade em cada som de salto na calçada.....
Entro no barco... vou-me até à outra margem, só para te ver dourada pelo Sol  Lisboa e regresso quando a lua desceu o seu véu e te vestiu de princesa.


Lisboa, cidade, menina e moça...tão minha.

 

 

ACCB

 

____________ 

 

escrito no papiro por ACCB às 00:04
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Quarta-feira, 19 de Janeiro de 2011

Há afectos........

  

  

 

 

Os afectos não se decretam, nem revogam

 

muitas vezes repristinam-se...

 

                                                   ACCB

 

 

----

escrito no papiro por ACCB às 16:47
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Fascination,..I Know

escrito no papiro por ACCB às 02:32
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Terça-feira, 18 de Janeiro de 2011

18 Janeiro de 1984

Era a tarde mais longa de todas as tardes que me acontecia
Eu esperava por ti, tu não vinhas, tardavas e eu entardecia
Era tarde, tão tarde, que a boca, tardando-lhe o beijo, mordia
Quando à boca da noite surgiste na tarde tal rosa tardia

 

Quando nós nos olhámos tardámos no beijo que a boca pedia
E na tarde ficámos unidos ardendo na luz que morria
Em nós dois nessa tarde em que tanto tardaste o sol amanhecia
Era tarde de mais para haver outra noite, para haver outro dia

 

                                                                             Ary dos Santos



 

 

 

 

 

 

Os poetas....será que morrem os poetas? Eles, os que nos fazem sentir sempre que sentimos como eles.

Que podiamos escrever como eles, que não o sabemos fazer mas sabemos sentir como eles.

Eles, os poetas que nos sobressaltam e não esquecemos, ...os que ficam e permanecem no tempo e em nós...

E de cada vez que um poema que escreveram é lido, de todas e todas e muitas vezes,... sentiremos o mesmo...

 

A tarde será sempre a mesma... e o acordar o mesmo de sempre... e os recantos da alma estarão sempre lá...

 

ACCB

escrito no papiro por ACCB às 20:05
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Vai valer a pena.....

Porque é que há sempre um recorte ao fundo junto ao mar,

como se a maré desgastasse a Terra,

para que o Sol em vez de céu, tenha pela manhã a terra inteira?

 

escrito no papiro por ACCB às 02:33
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Tous les visages de l'amour

Toi, parée tes mille et un attraits
Je ne sais jamais qui tu es
Tu changes si souvent de visage et d'aspect
Toi, quelque soit ton âge et ton nom
Tu es un ange ou le démon
Quand pour moi tu prends tour à tour
Tous les visages de l'amour

Toi, si Dieu ne t'avait modelé
Il m'aurait fallu te créer
Pour donner à ma vie sa raison d'exister
Toi, qui est ma joie et mon tourment
Tantôt femme et tantôt enfant
Tu offres à mon cœur chaque jour
Tous les visages de l'amour

Moi, je suis le feu qui grandit ou qui meure
Je suis le vent qui rugit ou qui pleure
Je suis la force ou la faiblesse
Moi, je pourrais défier le ciel et l'enfer
Je pourrais dompter la terre et la mer
Et réinventer la jeunesse

Toi, viens faire moi ce que tu veux
Un homme heureux ou malheureux
Un mot de toi, je suis poussière ou je suis Dieu
Toi, sois mon espoir, sois mon destin
J'ai si peur de mes lendemains
Montre à mon âme sans secours
Tous les visages de l'amour
Toi! tous les visages de l'amour



escrito no papiro por ACCB às 01:48
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Segunda-feira, 17 de Janeiro de 2011

...

 

 

 

 

 

"Se sofreu uma injustiça, console-se; a verdadeira infelicidade é cometê-la."

 

(Demócrito)

 

 

 

 

 

-

escrito no papiro por ACCB às 17:10
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Trés simple

 

 

 

A quoi reconnaît-on que l'on est amoureux ?

 

C'est très simple.

On est amoureux quand on commence à agir contre son intérêt.


[ François Truffaut ]

 

escrito no papiro por ACCB às 16:43
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1.1.11 e eu nasci a 11.11.

NÃO CONSIGO DORMIR - A CULPA É DAS BORBOLETAS NO ESTÔMAGO.
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escrito no papiro por ACCB às 02:10
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Música pela noite dentro

escrito no papiro por ACCB às 02:03
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Música pela noite dentro

escrito no papiro por ACCB às 00:33
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Gosto

 Gosto. Gosto da textura, da maciez, do cair,...da nobreza do toque...apetece-me tocar.

 

 

 

"Etude", 2010, fusain sur papier kraft
100x60 cm app.


Flor DinisKlopries

 

 

 

 

escrito no papiro por ACCB às 00:28
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Der Pariser Tango

escrito no papiro por ACCB às 00:00
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Domingo, 16 de Janeiro de 2011

sabe tão bem,.....

 

 
 
Escorrego logo pelos primeiros acordes do piano... Depois sinto a maciez da voz... e a doçura da lingua....o francês... o francês fica tão bem em qualquer canção...
Porque será que detesto o acordo ortográfico e não detesto o brasileiro?...
Mas a doçura da voz e o tom da lingua francesa....
Ponha-se meia luz ... escute-se e feche-se os olhos....o piano...sabe tão bem.
escrito no papiro por ACCB às 22:28
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Um amigo sábio disse-me:

 

"Pessoalmente não sou nada de expor a minha intimidade. Não é por razões puritanas, mas por filosofia de vida. Sou de outra época. Não deixo, no entanto, de admirar o seu estilo, como quem admira uma obra de arte. A arte viva, feita de células e neurónios tem uma duração efémera e as pessoas esculturalmente bonitas devem preparar-se para isso. O espelho onde nos admiramos é o mesmo espelho que nos trai. E eu não lhe desejo que o espelho lhe venha a causar sofrimento. A mitologia grega tem sobre isso muita sabedoria. Não sei se fui claro nem sei porque me veio a necessidade deste desabafo. Conheço dramas que tiveram origem no amor-próprio, a si-mesmo; e, talvez por simpatizar consigo, paradoxalmente, sem a conhecer, desejo que o futuro lhe traga sempre o espírito de se aceitar como é, sem receios. Terei sido claro?!... se não fui, paciência, delite o que escrevi."

 

João Baptista Vasconcelos Magalhaes

 

 

 

 

 

 

 

 

escrito no papiro por ACCB às 21:56
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Cleopatramoon

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escrito no papiro por ACCB às 12:03
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Sábado, 15 de Janeiro de 2011

...o gesto... e a voz...

E eu sinto que em meu gesto existe o teu gesto

e em minha voz a tua voz.

FP

 

                                                       

escrito no papiro por ACCB às 01:01
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Sexta-feira, 14 de Janeiro de 2011

Olha, faz arroz doce

  

 

 

Mãe,

 

Cá estou por Lisboa fechada no meio dos livros e das leis que deslizam dos códigos como enguias de caldeirada. Às vezes adormeço cansada em cima da secretária e sonho que se transformaram mesmo em cobras.

 

Olho pela janela e reparo que os dias correm rápido por sobre a ponte e mudam a cor ao rio constantemente.

 

Tem estado frio. Não sei como vais por aí. Tens acendido a lareira? E comes as nossas linguas de gato à noite?

 

Li na tua carta que o limoeiro deu o primeiro limão do ano.

 

Lembras-te quando era pequena e gostava de ser eu a apanhá-lo? A Maria cantava sempre aquela canção do limão oh verde limão...

 

Este ano contaste-me isso com uma alegria que se via na tinta da caneta com que escreveste a carta. Não sei que tinha a tua escrita. Tu nem escrevias. Até parecia que o limão era precioso.

 

Lembrei-me do meu Castelo no cimo, em que há noite sonhava contos de fadas... lembras-te?

 

Tenho de ir dormir. Ando cansada e os códigos são tão grandes que os homens não cabem lá dentro.

 

Guarda o limão para que eu o apanhe ou então olha,...faz arroz doce.

 

Beijos Mãe. Amo-te muito.

 

 

 

Inês.

 

ACCB

 

escrito no papiro por ACCB às 12:00
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Quinta-feira, 13 de Janeiro de 2011

"Quando a gente ama"


Quem vai dizer ao coração,
Que a paixão não é loucura
Mesmo que pareça
...Insano acreditar
Mesmo sem palavra
Alguma pra falar
Meu amor,a vida passa num instante
E um instante é muito pouco pra sonhar
Quando a gente ama,
Simplesmente ama
E é impossível explicar


Quando a gente ama
Simplesmente ama

Oswaldo Montenegro

escrito no papiro por ACCB às 01:28
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De Perfil

Sobre mim

Sou alguém que escreve por gostar de escrever. Quem escreve não pode censurar o que cria e não pode pensar que alguém o fará. Mesmo que o pense não pode deixar que esse limite o condicione. Senão: Nada feito. Como dizia Alves Redol “ A diferença entre um escritor e um aprendiz, ou um medíocre, é que naquele nunca a paixão se faz retórica.” online

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