Sexta-feira, 30 de Abril de 2010

:-)

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escrito no papiro por ACCB às 02:08
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Quinta-feira, 29 de Abril de 2010

Para viver um grande Amor

 

 

 

 

«Para fazer uma obra de arte não basta ter talento,

não basta ter força,

é preciso também viver um grande amor.» -

 

 

Wolfgang Amadeus Mozart

 

--

escrito no papiro por ACCB às 14:21
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Terça-feira, 27 de Abril de 2010

Adrenalina

 

 

Bom dia! pela manhã ainda a noite não adormecera.

Uma pasta cheia de dias da semana, carregados de trabalho e na alma o dever cumprido.

Só aquela mania do Benfica me punha nervosa.

Falador e brincalhão, resposta na ponta da lingua e prontidão na defesa e no ataque. Não, não eras jogador de futebol, eras colega de trabalho e de  rota em direcção ao Norte às quartas feiras, dias pesados para mim, pelo menos entre as 5h00 e as 8h00.

 

Num remate mais curto a vida pregou-te uma partida e não deu espaço para o tempo marcar mais golos.

Sente-se que falta um jogador no campo.

O teu Benfica será campeão.

Couberam-me alguns dos teus processos, mal parados coitados, que seriam despachados com mais Justiça por ti decerto.

Chamavas-me Adrenalina e naquele dia em que faltei, disseste que o silêncio no Alfa e no Tribunal era tão grande que ensurdecia.

Um beijo amigo.

Os percursos fazem-se até ao fim.

 

Hoje perdi um amigo, coisa pior no Mundo,não há.

 

 

ACCB

 

 

escrito no papiro por ACCB às 10:28
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Merci

escrito no papiro por ACCB às 01:28
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Olhares Luar

Carícia seda…
…de linho…
Tacto veludo…
… de algodão…
Sensação de cetim…
Encontros próximos…
Na proximidade
…de momentos
Luz !

Olhares luar
…de sóis escondidos
Beijos silêncio…
…de calor doce…
Rigores de apego
…de amor vestidos
Tisnados de pele…
…de calores volúpia…
Afago !

Abraços “doridos”
…de enleios únicos
Rimas seguras
…de certezas cristal
Caminhos perdidos…
…de vontades entrega
Paraíso…isolado
…de verdes fruíres
Aprazíveis !
No azul contraste...
_____________
José Luis
escrito no papiro por ACCB às 00:03
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Segunda-feira, 26 de Abril de 2010

escrever só por escrever

 

 

 

À  conversa com um amigo falava-se em voltar a escrever. Escrever só por escrever, com a alma e aquela vontade súbita de dizer o que nunca foi dito ou, o que já foi dito mas de outra forma. Juntar as palavras em jogos de pensamentos e sentimentos e, fazê-las criar um texto que no fim faz ou não sentido mas, fez sentir a quem leu.

Voltar a escrever...

E um aperto alterou os batimentos cardíacos. Voltar a escrever e a vontade de o fazer já, de seguida, por "dá cá  aquela palha" e senta-te aí que quero estar só e calada com as minhas palavras.

 Estar só e à conversa com os meus pensamentos sem regras, sem objectivo, sem destino, que eles nascem não sei de onde nem como, nem quando,...subitamente apenas .

 

Olhar o ecrã e o teclado e sentir que é preciso dizer algo, algo fechado nas ideias que se escondem de esquina em esquina no pensamento e na lembrança e tomam forma...Por vezes como monstros a quererem que eu escreva e choque,  outras vezes como tardes de Primaveras cheias de cerejeiras em flor e códigos de Bushido  porque, os sabres ficaram embainhados.

 

Passar os olhos pelos dias e escolher uma palavra, uma só palavra, para dar início a um texto que não sabemos como vai ser, mas vai ser; escolher uma só ideia, curta, súbita, sem corpo ou continuação e construir uma estrada de jogos, de pensamentos que definem e não definem, encontram e não descobrem, fingem que sim, mas afinal não...tal como algumas pessoas e os seus sentimentos.

 

Voltar a escrever, uma necessidade de catarse.

Nunca a sentiram?

 

 

ACCB

 

escrito no papiro por ACCB às 23:04
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Regina Brett, 90 anos.....lições da vida

 

 

 

Para celebrar o envelhecer, uma vez eu escrevi 45 lições que a vida me ensinou.
É a coluna mais requisitada que eu já escrevi. O meu taxímetro chegou aos 90 em Agosto, então aqui está a coluna mais uma vez:

1. A vida não é justa, mas ainda é boa.
2. Quando estiveres em dúvida, apenas dá o próximo pequeno passo.
3. A vida é muito curta para perdermos tempo a odiar alguém.
4. O teu trabalho não vai cuidar de ti quando adoeceres. Os teus pais e amigos vão. Mantém o contacto.
5. Paga as tuas facturas do cartão de crédito todos os meses.
6. Tu não tens que vencer todos os argumentos. Concorda para discordar.
7. Chora com alguém. É mais curativo do que chorar sozinho.
8. Está tudo bem se ficares danado com Deus. Ele aguenta.
9. Poupa para a reforma começando com o teu primeiro salário.
10. Quando se trata de chocolate, a resistência é em vão.
11. Sela a paz com o teu passado para que ele não estrague o teu presente.
12. Está tudo bem se os teus filhos te vêem chorar.
13. Não compares a tua vida com a dos outros. Tu não tens ideia do que se passa na vida deles.
14. Se um relacionamento tem que ser um segredo, tu não deverias estar nele.
15. Tudo pode mudar num piscar de olhos; mas não te preocupes, Deus nunca pisca.
16. Respira bem fundo. Isso acalma a mente.
17. Desfaz-te de tudo o que não é útil, bonito e prazenteiro.
18. O que não te mata, realmente torna-te mais forte.
19. Nunca é tarde demais para se ter uma infância feliz. Mas a segunda só depende de ti e de mais ninguém.
20. Quando se trata de ir atrás do que tu amas na vida, não aceites NÃO como resposta.
21. Acende velas, coloca lençóis bonitos, usa lingerie elegante. Não guardes para uma ocasião especial. Hoje é especial.
22. Prepara-te bastante, depois deixa-te levar pela maré...
23. Sê excêntrico agora, não esperes ficar velho para usar roxo.
24. O órgão sexual mais importante é o cérebro.
25. Ninguém é responsável pela tua felicidade além de ti.
26. Encara cada "chamado desastre" com estas palavras: Em cinco anos, vai importar?
27. Escolhe sempre a vida.
28. Perdoa tudo a todos.
29. O que as outras pessoas pensam de ti não é da tua conta.
30. O tempo cura quase tudo. Dá tempo ao tempo.
31. Independentemente se a situação é boa ou má, irá mudar.
32. Não te leves tão a sério. Ninguém mais leva...
33. Acredita em milagres.
34. Deus Ama-te por causa de quem Deus é, não pelo o que tu fizeste ou deixaste de fazer.
35. Não faças auditorias da tua vida. Aparece e faz o melhor dela agora.
36. Envelhecer é melhor do que a alternativa: morrer jovem.
37. Os teus filhos só têm uma infância.
38. Tudo o que realmente importa no final é que tu amaste.
39. Vai para a rua o dia todo. Milagres estão à espera em todos os lugares.
40. Se todos jogássemos os nossos problemas numa pilha e víssemos os dos outros, pegaríamos os nossos de volta.
41. Inveja é perda de tempo. Tu já tens tudo o que precisas.
42. O melhor está para vir.
43. Não importa como tu te sintas, levanta-te, veste-te e aparece.
44. Produz.
45. A vida não vem embrulhada num laço, mas ainda é um presente!!!

escrito no papiro por ACCB às 17:21
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Light blue, um perfume fresco ou?........

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escrito no papiro por ACCB às 12:25
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Sed de Amores Tenia

 

 

Sed de amores tenía,

y dejaste que la apagase en tu boca,

¡piadosa samaritana!,

 y te encontraste sin honra,

ignorando que hay labios que secan

 y que manchan cuanto tocan.

 

Lo ignorabas...,

y ahora lo sabes!

Pero yo sé también, pecadora compasiva,

 porque a veces hay compasiones traidoras,

 que si el sediento volviese a implorar misericordia,

 su sed de nuevo apagaras,

samaritana piadosa.

 

No volverá, te lo juro;

desde que una fuente enlodan con su pico

 esas aves de paso,

se van a beber a otra.

 

Rosalía de Castro

escrito no papiro por ACCB às 03:27
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Musica pela noite dentro

escrito no papiro por ACCB às 02:50
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Domingo, 25 de Abril de 2010

Porque hoje é dia 25 de Abril

escrito no papiro por ACCB às 23:26
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Sábado, 24 de Abril de 2010

Pergunta-me

 

Pergunta-me
se ainda és o meu fogo
se acendes ainda
o minuto de cinza
se despertas
a ave magoada
que se queda
na árvore do meu sangue

Pergunta-me
se o vento não traz nada
se o vento tudo arrasta
se na quietude do lago
repousaram a fúria
e o tropel de mil cavalos

Pergunta-me
se te voltei a encontrar
de todas as vezes que me detive
junto das pontes enevoadas
e se eras tu
quem eu via
na infinita dispersão do meu ser
se eras tu
que reunias pedaços do meu poema
reconstruindo
a folha rasgada
na minha mão descrente

Qualquer coisa
pergunta-me qualquer coisa
uma tolice
um mistério indecifrável
simplesmente
para que eu saiba
que queres ainda saber
para que mesmo sem te responder
saibas o que te quero dizer

Mia Couto

escrito no papiro por ACCB às 22:42
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Alguns e a Solidão

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Aproximo-me da noite
o silêncio abre os seus panos escuros
e as coisas escorrem
por óleo frio e espesso

Esta deveria ser a hora
em que me recolheria
como um poente
no bater do teu peito
mas a solidão
entra pelos meus vidros
e nas suas enlutadas mãos
solto o meu delírio

É então que surges
com teus passos de menina
os teus sonhos arrumados
como duas tranças nas tuas costas
guiando-me por corredores infinitos
e regressando aos espelhos
onde a vida te encarou

Mas os ruídos da noite
trazem a sua esponja silenciosa
e sem luz e sem tinta
o meu sonho resigna

Longe
os homens afundam-se
com o caju que fermenta
e a onda da madrugada
demora-se de encontro
às rochas do tempo

Mia Couto, in "Raiz de Orvalho e Outros Poemas"

escrito no papiro por ACCB às 20:32
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Terça-feira, 20 de Abril de 2010

Coca Cola ...A TAL!

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escrito no papiro por ACCB às 18:30
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La prensa internacional respalda a Garzón

El 'Süddeutsche Zeitung' lamenta la polarización de la justicia española

El periódico muniqués Süddeutsche Zeitung afirma en un artículo titulado “Víctima de los poderosos”, que “sea cual sea la postura que se adopte” frente al juez, “hay algo que no le podrá negar ni su más enconado enemigo: que se escabulla de los casos incómodos”. Y prosigue: “hay buenas razones para considerar vergonzosa la causa contra Garzón. (…)

  

  

'The Wall Street Journal Europe': "Ha sobrepasado su jurisdicción"

The Wall Street Journal Europe, en su editorial “La jurisdicción universal se lleva su merecido”, mantiene que el juez Baltasar Garzón ha sobrepasado “su jurisdicción e ignorado la amnistía de 1977”. El periódico financiero recuerda que el procesamiento del difunto dictador Pinochet por parte del juez español “era una receta para la anarquía legal y la discordia internacional” y concluye: “Serán los españoles, en España y según la legislación española, quienes determinen si es legal que un juez español pueda librar de nuevo la Guerra Civil española de hace 70 años. Lo que nos suena correcto. Esperamos que los imitadores de Garzón otorguen a otros países el mismo respeto”.

 

 

 

'El Tiempo' hace pública su preocupación por el proceso contra el juez

El Tiempo, de Colombia, en su editorial: “La campaña contra Garzón”, argumenta: “Un magistrado del Tribunal Supremo español ha ordenado que se juzgue como reo de ‘múltiples motivos opuestos al ordenamiento jurídico’ al juez Baltasar Garzón, adalid internacional que persiguió a dictadores, procesó a terroristas e investigó a corruptos y mafiosos. La decisión podría traer, como resultado final de la causa, una sanción que aparte a Garzón de los estrados judiciales durante veinte años y liquide así su carrera profesional”.

 

 

 

'Die Zeit': "Es un escándalo internacional"

El rotativo hamburgués Die Zeit, en el extenso artículo titulado “Solidaridad con el Juez Baltasar Garzón” que lleva la firma de Werner A. Perger, sostiene que “El hombre que como juez de instrucción ha llevado ante el tribunal desde finales de los años ochenta a capos de la droga, terroristas etarras, banqueros de primera fila, políticos internacionales, antiguos miembros del gobierno socialista y políticos locales y regionales conservadores y que desde hace cerca de veinte años está acompañado las 24 horas del día por escoltas, como los fiscales antimafia en Italia, debe responder por ‘prevaricación’.

 

 

 

"En España la justicia puede convertirse en víctima", dice 'The Guardian'

En el periódico británico The Guardian el columnista Reed Brody afirma en un artículo titulado “El sombrío ataque al juez Garzón” que “el juez español se ha granjeado muchos enemigos al intentar aplicar en España los mismos principios que ha aplicado con éxito en otros países”.

 

 

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escrito no papiro por ACCB às 12:29
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Musica pela noite dentro

escrito no papiro por ACCB às 03:32
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Para a minha filhota ;-)))

escrito no papiro por ACCB às 02:40
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Então e esta?

escrito no papiro por ACCB às 02:08
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Segunda-feira, 19 de Abril de 2010

Gosto MUITO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

escrito no papiro por ACCB às 22:36
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Oh My Lord!!!!

escrito no papiro por ACCB às 02:55
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“…deixem-me ser um poema!…

 

 

deixem-me ser todo eu um livro… queria ser todo eu algo escrito, algo para dizer ou ser dito!…

queria ser todo eu um poema para num livro à tua cabeceira pousar, sentir-me ser lido e nas tuas mãos versejar…

deixem-me ser um poema!…

se o livro que desejo ser, em livro um dia se tornar, que seja o livro do livro lido por todos os que precisam de amar…

sou assim, o poema desta manhã, as palavras desta tarde e os sons desta noite…

sou a manhã deste poema e a tarde destas mesmas palavras, a noite dos sons do fogo que arde…

sinto assim a sua fragrância, numa ânsia de palavra dita ou mesmo de palavra escrita…

sinto o odor do poema versejado, ouvido, relido, mirado, querido ou até mesmo odiado…

sinto o cheiro da palavra que escrevo ou da palavra que leio…

sinto o poema dentro de mim com a manhã a nascer em ti ouvindo a tarde adormecer na noite do teu sonho de prazer…

sinto-me poema… sinto-me verso… sinto-me palavra… sinto-me viver…

deixa-me ouvir… deixa-me ler, porque não quero sentir a dureza do insulto que o silêncio em mim provoca…

não quero ouvir os gritos lancinantes dum silêncio que tanto me choca…

quero ouvir as palavras ditas… quero ler as palavras escritas… quero ouvir os sons que elas me trazem…

quero ler as tonalidades que elas fazem… quero sentir o impacto do dito… quero sentir o embate do grito…

 

não quero ler a palavra não escrita… não quero ouvir o silêncio do livro vazio…

não quero escutar o silêncio do dito não dito…

quero sentir a pureza da voz que a palavra escrita me traz…

quero sentir o estrondo do grito que a palavra dita me faz…

quero sentir que és…

quero sentir que estás…

quero sentir as palavras e quero os livros com elas gravadas!…

deixem-me ser um poema!…

escrevo assim o poema desta manhã com as palavras da tua tarde e os sons da nossa noite e, se a noite chegar, sem que a manhã tenha surgido, não tenhas receio, não tenhas medo, porque mesmo assim eu te leio…”

 

Joaquim Nogueira

 

________________

escrito no papiro por ACCB às 00:44
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Musica pela noite dentro

escrito no papiro por ACCB às 00:09
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Domingo, 18 de Abril de 2010

Hoje vou precisar de muita música pela noite dentro...

escrito no papiro por ACCB às 21:34
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Julgar Garzon ou a Lei de Amnistia de 1977

 

 

Guernica - Picasso

 

Assassinado pelo céu,

entre as formas que vão para a serpente e as formas que buscam o cristal,

deixarei crescer meus cabelos. "

 

GARCIA LORCA

 

 

escrito no papiro por ACCB às 10:41
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Acontece ...pois...azar!

escrito no papiro por ACCB às 01:00
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Sábado, 17 de Abril de 2010

2 Novembro 2010

Michael Bublé

 

Pavilhão Atlântico Novembro

 

 

E eu já lá estou! ;-)

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som: You'll never find
escrito no papiro por ACCB às 22:12
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Sexta-feira, 16 de Abril de 2010

Teu paletó e o meu vestido

escrito no papiro por ACCB às 21:42
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Musica pela noite dentro

escrito no papiro por ACCB às 01:22
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Quinta-feira, 15 de Abril de 2010

É isso aí

escrito no papiro por ACCB às 23:14
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Terça-feira, 13 de Abril de 2010

Dia mundial do Beijo... dizem

 

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O que é um beijo? Que significa para nós um beijo? Que efeitos produz em nós um beijo?

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escrito no papiro por ACCB às 17:45
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Mas que nada!

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escrito no papiro por ACCB às 00:50
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Segunda-feira, 12 de Abril de 2010

Porque amanhã é sempre tarde demais

escrito no papiro por ACCB às 21:00
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Toca o telefone a toda a hora..toca..toca...

OH Babazinha. Babazinha? Clarinha! Engano na linha???
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escrito no papiro por ACCB às 12:02
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Domingo, 11 de Abril de 2010

In Casablanca

escrito no papiro por ACCB às 18:18
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Sexta-feira, 2 de Abril de 2010

Que Páscoa signifique renovação

escrito no papiro por ACCB às 03:00
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Quinta-feira, 1 de Abril de 2010

Vou para o mar...navegar é preciso...

 

 

Dennis Stock, Sun, Brother Sun, 1970

 

Tenho estado todo o dia com ganas de escrever. Mas a vontade ora é muita, ora se esbate nos papéis em frente do nariz, ora saltita por solicitações bem mais agradáveis que é  época de férias e há quem as tenha.

Provavelmente o que eu estou mesmo a precisar é de  fazer uma pausa a sério e não pausas saltitantes.

 

Vou para o mar...navegar é preciso...

 

ACCB

 

 

escrito no papiro por ACCB às 23:59
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Escrever-me

deixo
a paciência dos rios
a idade dos livros
mas não levo
mapa nem bússola
porque andei sempre
sobre meus pés
e doeu-me
às vezes
viver

 

.

 

hei-de inventar um verso
que vos faça justiça

 

.

 

por ora
basta-me o arco-íris
em que vos sonho
basta-me saber que morreis demasiado
por viverdes de menos
mas que permaneceis sem preço



Mia Couto, em "Companheiros"
-
escrito no papiro por ACCB às 23:55
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And see me fly

 

_---------- Than you only got to raise your eyes

                  And see me fly

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escrito no papiro por ACCB às 23:39
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SAUDADE

 


Magoa-me a saudade
do sobressalto dos corpos
ferindo-se de ternura
sói-me a distante lembrança
do teu vestido
caindo aos nossos pés

Magoa-me a saudade
do tempo em que te habitava
como o sal ocupa o mar
como a luz recolhendo-se
nas pupilas desatentas

Seja eu de novo a tua sombra, teu desejo,
tua noite sem remédio
tua virtude, tua carência
eu
que longe de ti sou fraco
eu
que já fui água, seiva vegetal
sou agora gota trémula, raiz exposta

Traz
de novo, meu amor,
a transparência da água
dá ocupação à minha ternura vadia
mergulha os teus dedos
no feitiço do meu peito
e espanta na gruta funda de mim
os animais que atormentam o meu

 

 

Mia Couto

 

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escrito no papiro por ACCB às 23:30
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O POETA



O poeta não gosta de palavras:
escreve para se ver livre delas.

A palavra
torna o poeta
pequeno e sem invenção.

Quando,
sobre o abismo da morte,
o poeta escreve terra,
na palavra ele se apaga
e suja a página de areia.

Quando escreve sangue
o poeta sangra
e a única veia que lhe dói
é aquela que ele não sente.

Com raiva,
o poeta inicia a escrita
como um rio desflorando o chão.
Cada palavra é um vidro em que se corta.

O poeta não quer escrever.
Apenas ser escrito.

Escrever, talvez,
apenas enquanto dorme.

 

MIA COUTO

escrito no papiro por ACCB às 23:30
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De Perfil

Sobre mim

Sou alguém que escreve por gostar de escrever. Quem escreve não pode censurar o que cria e não pode pensar que alguém o fará. Mesmo que o pense não pode deixar que esse limite o condicione. Senão: Nada feito. Como dizia Alves Redol “ A diferença entre um escritor e um aprendiz, ou um medíocre, é que naquele nunca a paixão se faz retórica.” online

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