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AS PALAVRAS CERTAS?
Saber dizer as palavras certas.
Homem que não as conhece, desconhece a mulher que diz amar.
Arrisca-se a ouvir:
Resposta errada. GAME OVER
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The ship has weathered every rack,
The port is near, the bells I hear,
While follow eyes the steady keel,
But
O heart! heart! heart!
O the bleeding drops of red,
Where on the deck my Captain lies,
Fallen cold and dead.
O Captain! my Captain! rise up and hear the bells;
Rise up--for you the flag is flung for you the bugle trills,
For you bouquets and ribboned wreaths
for you the shores a-crowding,
For you they call, the swaying mass,
their eager faces turning;
Here Captain! dear father!
This arm beneath your head!
It is some dream that on the deck,
You've fallen cold and dead.
My Captain does not answer, his lips are pale and still;
My father does not feel my arm, he has no pulse nor will;
The ship is anchored safe and sound,
its voyage closed and done;
From fearful trip the victor ship comes in with object won;
Exult O shores, and ring O bells!
But I, with mournful tread,
Walk the deck my Captain lies,
Fallen cold and dead.
Eu deixarei que morra
em mim o desejo de amar os teus olhos que são doces
Porque nada te poderei dar senão a mágoa de me veres eternamente exausto.
No entanto a tua presença é qualquer coisa como a luz e a vida
E eu sinto que em meu gesto existe o teu gesto e em minha voz a tua voz.
Não te quero ter porque em meu ser tudo estaria terminado.
Quero só que surjas em mim como a fé nos desesperados
Para que eu possa levar uma gota de orvalho nesta terra amaldiçoada
Que ficou sobre a minha carne como nódoa do passado.
Eu deixarei... tu irás e encostarás a tua face em outra face.
Teus dedos enlaçarão outros dedos e tu desabrocharás para a madrugada.
Mas tu não saberás que quem te colheu fui eu, porque eu fui o grande íntimo da noite.
Porque eu encostei minha face na face da noite e ouvi a tua fala amorosa.
Porque meus dedos enlaçaram os dedos da névoa suspensos no espaço.
E eu trouxe até mim a misteriosa essência do teu abandono desordenado.
Eu ficarei só como os veleiros nos pontos silenciosos.
Mas eu te possuirei como ninguém porque poderei partir.
E todas as lamentações do mar, do vento, do céu, das aves, das estrelas.
Serão a tua voz presente, a tua voz ausente, a tua voz serenizada.
Vinicius de Moraes
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Estamos a tentos ás nossas crianças?
Atentos a pequenos sinais?
Estamos atentos demais?
Que se passa com uma sociedade que não protege nem forma o futuro?
Fala-se tanto de protecção do ambiente...
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Por acaso era giro. Há uns anos que venho brincando com uma amiga, relativamente à ideia de streap tease para cegos.
Agora seria streap tease fiscal.
O objectivo é publicar na internet os rendimentos brutos declarados pelos contribuintes.
Com a crise que vivemos o tal streap tease fiscal proposto deve ser algo como
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Não sabe a história se Cristóvão Colombo era homem ou mulher. Há quem queira que tivesse sido mulher. Mas seguramente era solteiro ou solteira.
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Cristóvão Colombo pôde descobrir a América porque
ERA SOLTEIRO(A)
Se Cristóvão Colombo tivesse tido uma esposa, teria ouvido:
- E porquê que tens que ir?
- E porquê que não mandam outro?
- Vês tudo redondo! Estás louco ou és parvo?
- Não conheces nem a minha família e vais descobrir o novo mundo!
- E vão viajar só homens? Achas que sou estúpida?
- Porque é que eu não posso ir, se tu és o chefe?
- Desgraçado.. já não sabes o que inventar para estar fora de casa !
- Se saíres por essa porta vou-me embora para a casa da minha mãe!
- E quem é essa tal Maria..? Que Pinta..?! De que Santa estás a falar?!Que Nina...?
- Tinhas tudo planeado, maldito!
-Vais-me enganar?
- A Rainha Isabel vai vender as jóias dela para poderes viajar?
Achas-me parva ou quê?
O que tens com essa velha..?
- TU.. não vais a nenhum lugar !
- Não vai acontecer nada se o mundo continuar plano. Não te vistas
- Tu não vais!!!
Definitivamente...... ERA SOLTEIRO OU SOLTEIRA !!!
Quem me quiser há-de saber a chuva
que põe colares de pérolas nos ombros
há-de saber os beijos e as uvas
há-de saber as asas e os pombos.
Quem me quiser há-de saber os medos
que passam nos abismos infinitos
a nudez clamorosa dos meus dedos
o salmo penitente dos meus gritos.
Quem me quiser há-de saber a espuma
em que sou turbilhão, subitamente
- Ou então não saber coisa nenhuma
e embalar-me ao peito, simplesmente
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José Sócrates, ontem na cerimónia anunciada como o lançamento da primeira pedra do novo Museu dos Coches, em Belém. Coincidindo com os 100 dias do Governo, o lançamento da obra do arquitecto brasileiro Pedro Mendes da Rocha que vai custar 31 milhões de euros, foi considerada pelo primeiro-ministro um "sinal claro de investimento" na área cultural. Público, 02/02/2010
| 10:33 Terça-feira, 2 de Fev de 2010 |
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Artigo 19.º
(Liberdade de expressão e de informação)
Todo o indivíduo tem direito a liberdade de opinião e de expressão, o que implica o direito de não ser inquietado pelas suas opiniões e o de procurar, receber e difundir, sem consideração de fronteiras, informações e ideias por qualquer meio de expressão.
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Engraçado.
Mário Crespo escreve sobre o que quer ou, pelo menos foi assim até agora.
O direito de resposta é assegurado a qualquer cidadão e aqui, não poderia também, ser negado.
As fontes de um jornalista não têm de ser reveladas.
Mário Crespo tem um nome a defender pelo que, assume o que escreve e as consequências do que escreve .
Portanto, engraçado, não percebo!
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Nem sequer me preocupa que seja com este ou aquele jornal.
O que me preocupa é que, depois de ter sido proibida a venda do livro de Gonçalo Amaral, por razões mesquinhas (mas juridicamente correctas), e depois de calarem a boca grande de Manuela Moura Guedes, neste País à beira mar plantado, haja novamente um lápis de ponta azul. Ou não?!

"Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento. O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa. Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”. Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal. Definiram-me como “um problema” que teria que ter “solução”. Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o. Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): “(…) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (…)”. É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos. Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados. Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser “um problema” que exige “solução”. Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre. Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos “problemas” nos media como tinha em 2009. O “problema” Manuela Moura Guedes desapareceu. O problema José Eduardo Moniz foi “solucionado”. O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser “um problema”. Foi-se o “problema” que era o Director do Público. Agora, que o “problema” Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais “um problema que tem que ser solucionado”. Eu. Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada."
Nota: Artigo originalmente redigido para ser publicacado hoje (1/2/2010) na imprensa.
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De repente do riso fez-se o pranto Silencioso e branco como a bruma E das bocas unidas fez-se a espuma E das mãos espalmadas fez-se o espanto De repente da calma fez-se o vento Que dos olhos desfez a última chama E da paixão fez-se o pressentimento E do momento imóvel fez-se o drama De repente, não mais que de repente Fez-se de triste o que se fez amante E de sozinho o que se fez contente Fez-se do amor próximo distante Fez-se da vida uma aventura errante De repente, não mais que de repente. Vinícius de Morais e António Carlos Jobim |
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ONE MAN MUST FIND THE MAGIC
Um homem torturado por si próprio e pela indecisão e inconstância da sua vida, tem em mãos um filme que irá estrear, terá de estrear e, para o qual não tem guião.
Famoso e conhecido, poucos têm noção das suas angustias , das suas recordações de infancia, da imagem da mãe sempre presente em quem sempre se apoiou ( Guido não tem a imagem do Pai uma única vez presente no filme), a mulher, a amante, a conselheira e companheira de trabalho, as aventuras ocasionais, os castigos no colégio e uma infantilidade que o acompanha e completa já homem.
Menino homem, em busca da glória que não encontra apesar de toda a fama que já tem, desiste.
Porque as mulheres da sua vida não o abandonam, embora lhe virem as costas, depois de dois anos retirado do papel de realizador volta e , realiza o filme da sua vida, não mais que , o filme da Sua própria Vida.
Um excelente musical, muito próximo de "Chicago".
Vale a pena ver. Pelo desempenho, pelos cenários, pela música ( excelente banda sonora!) , pelo argumento, e pelo guarda roupa.
Ah! E por Italia!! Be Italiano!
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ACCB

De frente para ela ninguém diz que é transparente
Te encontrar outra vez e tentar seduzir –me
É cravar bem fundo tudo aquilo que eu não quis beijar
É tentar fazer de mim uma nova forma de voz ...
Vou te olhar muito E imaginar que ainda fazes flor
Porque da vida que pensaste ser bela , fizeste apenas uma volta junto do fim.
Deixa me te tocar , quero ver até onde posso ir
Porque é sempre tão difícil dizer que vou estar ao seu lado
Porque não faço disso uma meta
Porque não quero acreditar que sou apenas molde
Mergulha com teu lenço estes anos que não te vi
Porque no peito ficou aquilo que é moldado pelo tempo.
Deixo-me então vacilar em forma de verso .
Para poder mesclar todas cores que não provei
Mergulho neste muro musicado em rebeldia ,
para acreditar naquilo que senti
Encontro então o teu corpo feito de todo A enredar –me num abraço profundo Aconchega e faz-me desvanecer neste percurso de ir e voltar ,
Porque que eu não pedi para ser a sua forma ,
Porque que eu não pedi para ser lembrado
E não me olhes com sorriso fácil ,
Porque eu não te peço perdão .
Mauro Burlamaqui Sampaio
Poema março 2006 Sob registo no SPA

NOME ( extra ) DO DIA : ADELINA - Derivado ( diminuitivo ) de Adélia, que provém do germânico Hadal/adel, que significa " Nobre ". Enigmática e misteriosa, encantadora e envolvente. Tem uma personalidade magnética e original. Ambiciosa, foge da mediocridade e banalidade, e não hesita em correr riscos para ter uma vida ......social agitada. No trabalho é meticulosa e perfeccionista.
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De repente desato-me a escrever sobre tudo e nada. Sobre imagens, momentos e desejos. Que vento voltou do norte ou chuva fugiu para sul que se perdeu entre penedos e sonhos, ou desejos de passado?

Café com amigas, conversas incompletas, compra de um troller ou troiler, para viagem curta a Paris e uma de nós vai de levar o filho pequeno.
Quatro anos, um dragão de encaixar, montar e construir.
Asas transparentes , feio bicho mas de meter respeito se tivesse a metragem que dizem as lendas.
Dificuldade alta no encaixe dos maxilares do animal, até porque é por ali que ele lança fogo e destrói quem se mete com ele.
Vai de ajudar que a conversa de técnicas informáticas já vai tortuosa e passa por segurança pessoal.
E toca de encaixar as mandibulas ferozes.
Olhos brilhantes do mais pequeno que lhe tira as asas e volta a colocar. Enormes, potentes, voadoras,.. e eu a imaginá-lo do tamanho de um asa delta... potente, aterrorizador, mistico e esotérico.
O relógio, ainda mais poderoso que o dragão, rouba-me às lendas e diz que são horas de partir.
De súbito um choro interno e externo, forte mas silencioso,rebenta no encosto de parede à saída do café.
Suspeita:a partida súbita. Mas porquê?
Chuva de perguntas e silêncio ofendido e interno.
Ai meu Deus que estava tudo a correr tão bem.
Suspeita de que alguma coisa com o dragão não estava bem,afastada de imediato porque afinal o dração era menor que uma 6,35mm e muito menos poderoso.
Só nos anteriores minutos de imaginação , a magia o transformara numa máquina voadora de destruição maciça de florestas e outras cenas medievais.
Minutos depois sms do séc XXI:- AVISO: - O Drama armara-se por causa da mandíbula potente do animal. Desencaixe fatal na hora da despedida e eu indiferente saía dali sem tratar do assunto, não permitindo a continuação da magia...................................
Ainda dizem que os miúdos só ligam a telemóveis de 3ª geração.
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ACCB
![[S30100502.jpg]](http://2.bp.blogspot.com/_IexslgIuqLQ/Sol6s2n31QI/AAAAAAAAAH8/wB9gto_8wJE/s1600/S30100502.jpg)
(Grafiti de Tiago Rosa)
Era um retrato em grafiti. Não sei que tinha que me prendeu. Era a preto e branco cheio de sombras e luzes por detrás do rosto, que incidiam essencialmente no muro em volta da mulher.
Não sei que tinha. Procurei-lhe a alma nos pormenores,... não era a aliança na mão esquerda (que poderia ser falsa para ajudar a repelir enventuais tentativas de abordagem), não era o hijab negro que lhe envolvia o rosto, nem o olhar pendurado da tristeza de dias alegres que parecia não ter conhecido.
Nem a pele morena se destacava, tão escondidos estavam os lábios pela mão timidamente fechada que parecia querer esconder-lhe o rosto.
Tudo tinha volume, movimento e profundidade. Tudo tinha o som do pensamento que se perdia na indiferença pelo meu olhar que, fixo nela, tentava descobrir o que tinha aquele retrato quase vivo que conversava em silêncio comigo.
Foi de súbito que notei.
Uma mão pequenina, dedinhos de criança, como uma súplica, como :- Minha mãe não me morras que ainda sou pequenino. Minha mãe não desistas, não desfaleças que o mundo será melhor, se o teu olhar se erguer.
Minha Mãe,.. há muito caminho ainda por fazer...
Foi então que percebi que havia uma mensagem de futuro, viva, solta,...um caminho a percorrer, obrigatoriamente por aquela mão pequenina e tantos dedinhos como os dela.
ACCB
( Aguarela de Tiago Rosa)
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O Sol prometeu-me bom dia.
Disse que hoje o mar seria azul e o céu teria brilho, que poderia ouvir o marulhar do mar e sonhar com o dourado da areia.
Pensei que era verdade. Tonta e alegre que de idade madura, já não devia acreditar em histórias da carochinha.
Prometeu-me o machista, que hoje poderia carregar baterias e encher os olhos de sonhos e o coração de vontades, as mãos de esperança e as palavras de Primavera...
Nada disso, céu cinza chumbo e tarde fria e triste. Mar sem fundo azul, traços como aguarelas pintalgadas em carvão,...cores escuras de tintas pesadas dificeis de diluir.
E o frio de ausências a escorrer das nuvens, sem passagem para o lado de lá, que eram tão densas e fechadas como os rostos dos que se escondem de verdades que lhes doem.
O sol,... mentiroso descarado em dia de Janeiro já a cair para os dias longos, que me encurtou a tarde e me atirou para secretária antes de tempo, com ameças de chuva pela noite dentro.
Mentiras no masculino .
ACCB
ESTÁ SOL!
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Advogado : Qual é a data do seu aniversário?
Testemunha: 15 de Julho.
Advogado : Que ano?
Testemunha: Todos os anos.


"São demais os perigos desta vida
Pra quem tem paixão principalmente
Quando uma lua chega de repente
E se deixa no céu, como esquecida
E se ao luar que atua desvairado
Vem se unir uma música qualquer
Aí então é preciso ter cuidado
Porque deve andar perto uma mulher..."
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CARTA A VINICIUS E A QUEM GOSTA COMO EU
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Hoje
5º | –
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Amanhã
5º | 12º
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Quinta
4º | 10º
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Creio nos anjos que andam pelo mundo,
Creio na Deusa com olhos de diamantes,
Creio em amores lunares com piano ao fundo,
Creio nas lendas, nas fadas, nos atlantes,
Creio num engenho que falta m...ais fecundo
De harmonizar as partes dissonantes,
Creio que tudo é eterno num segundo,
Creio num céu futuro que houve dantes,
Creio nos deuses de um astral mais puro,
Na flor humilde que se encosta ao muro,
Creio na carne que enfeitiça o além,
Creio no incrível, nas coisas assombrosas,
Na ocupação do mundo pelas rosas,
Creio que o Amor tem asas de ouro. Ámen.
Natália Correia
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o interesse público do exercício do direito de punir, consagrado constitucionalmente (arts. 29°, 32° e 202°, da C P ).
é o MP quem detem a direcção do inquérito - artº 263º nº 1 CPP e pratica os actos de investigação necessários à descoberta dos autores do crime - 267º e 262º
Durante o inquérito porém é o JIC - quem tem competencias para exercer as funções jurisdicionais nos termos prescritos no CPP - artº 17º e apenas
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- Mais tu vas pleurer! dit le petit prince.
- Bien sûr, dit le renard.
- Alors tu n´y gagnes rien.
- J´y gagne, dit le renard, à cause de la couleur du blé.
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Sou alguém que escreve por gostar de escrever. Quem escreve não pode censurar o que cria e não pode pensar que alguém o fará. Mesmo que o pense não pode deixar que esse limite o condicione. Senão: Nada feito. Como dizia Alves Redol “ A diferença entre um escritor e um aprendiz, ou um medíocre, é que naquele nunca a paixão se faz retórica.”
online
MOVIMENTO DE INTERVENÇÃO E CIDADANIA
Diga não à erotização infantil
Há sempre um livro à nossa espera
Musicas aviação e outras tretas
Olhar Direito ( Ando Por Aqui)
Porto Croft ( Muito prazer por andar por aqui)
Ré em Causa Própria ( Também ando por aqui )
Porosidade etérea ( sobre Poesia)
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Presidente da Comissão Europeia
Media, Strategy and Intelligence